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O Quarteto

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Joakim Antonio, Sandra Cajado, Sophia Monteiro e Tatiana Monteiro são quatro, mas encontram-se e condensam-se intensa e inteiramente em um único ser para falar sobre a liberdade de amar entre os iguais e os diferentes também.

Mais do que buscar compreensão é causar reflexão.

Um grito, O grito de liberdade!

Leia a coluna:
Grito de liberdade

6 comentários »

  • Patrícia Garcia said:

    Que o brilho do Natal reflita em todos os dias do ano em que se aproxima! Boas Festas e Maravilohoso 2010!

    Beijos

  • Sandra Cajado said:

    Aos meus queridos e amados amigos do “O Quarteto” desejo um feliz Natal e que o amor de Jesus Cristo entre em nossos corações nos tornando mais amigos a cada dia e que nossos projetos possam ser abençoados ricamente por Ele!
    Um beijo grande e um abraço bem apertado em todos vocês!
    Amo todos!

  • Saladex said:

    Que bela amizade !! se não fosse o twitter,nao teria grandes amizade que estão sendo feitos pq isso nasce um ciclo de nossas vidas,compartilhar com pessoas especiais maravilhosas de todos os lugares do mundo e a gente vê q tem pessoas bacanas tbm!!sempre em assustos interessantes ou até mais brincando!!! com mais intimidade tbm…com o tempo tudo vai crescendo até eternamente!!!

    “Amigos verdadeiros, são para sempre porque…
    não importa a distância,
    no coração estarão sempre perto.
    não importam as diferenças,
    no coração sempre terão um ponto de acordo.
    não importam as brigas,
    no coração sempre haverá lugar para o perdão.
    não importam circunstâncias,
    sempre haverá um ombro para recostar,
    mãos para ajudar,
    olhos para enxergar e chorar de alegria e dor,
    bocas para expressar as verdades e sorrir.
    Amigos, verdadeiros são para sempre, porque
    quando dois corações se unem, formando um só,
    DEUS se manifesta ali, através do amor
    e o amor é mais forte que a morte,
    é benigno, paciente, tudo sofre, crê, supera.
    não se ufana, nem se ensoberbece, apenas …ama.
    certamente, permanece.”

    espero compartilhar essa amizade verdadeira com vc !!!

    amoooooooooooooooo demaissssssssssssssssssssss

    beijussss =*****

    feliz natal feliz 2010 \o/ paz amor saude e muita alegria pra todos nóis!!!!

  • Glenda Dias said:

    Suspense…
    Quero mto ver o q virá desse encontro de almas; pessoas; histórias e sentimentos!
    Parabéns pela iniciativa grupal!

    Desejo a vcs o msm q a Patricia: “Que o brilho do Natal reflita em todos os dias do ano em que se aproxima! Boas Festas e Maravilohoso 2010!”

    Beijos e carinhos!

  • Egídio Pacheco said:

    Antes de tudo, meus parabéns pela coragem em abordar um tema – como já havia dito antes de ter acesso ao “Será que seu preconceito vale a vida de alguém?”, tratar-se de um tema muito polêmico como você mesmo admite no seu leve texto.
    Gosto muito de escrever sobre política – apesar de ser tema passional; educação principalmente, ética e outros temas, mas preconceito, religião e futebol, que assim como a política são passionais, sempre que possível procuro esquivar-me, mas não corro da raia. Enfrento também com coragem.
    Na verdade, sobre o ramo do preconceito a respeito da sexualidade das pessoas, devemos sempre ter em mente que raramente ou nunca somos incapazes de controlar a nossa própria sexualidade e imagine em estender controle para a sexualidade de nossos irmãos e irmãs?
    Agora vamos estabelecer um paralelo comparativo um pouco grosseiro, apenas para tentar ilustrar o nosso pensamento: “Atire a primeira pedra a família isenta de um ente, que sempre deve ser querido, mesmo com preferência sexual pelo mesmo sexo. Acho que não há quem atire a primeira pedra”
    Graças a Deus estou livre desse preconceito. E a propósito do que digo, quero dizer aos queridos que tenho uma página de entrevista aos domingos no Jornal Tribuna do Nordeste e por coincidência o meu entrevistado do domingo passado foi um jovem com preferência sexual pelo mesmo sexo.
    O procurei para dar a entrevista em razão dos inúmeros assassinatos ocorridos em São Luís nos últimos meses – no último mês foram dois homicídios cruéis. No Maranhão foram assassinados cerca de 35 homossexuais no ano presente. Trata-se de uma intolerância cretina e que não podemos aceitar.
    Sempre digo que quando uma família se descobre que tem um ente assim muito sensível – somente os homossexuais têm a felicidade de sensibilidade de descobrir o belo e o gostoso no igual – deve torcer para que encontre o parceiro ou parceira ideal, para que a família aumente. Na descoberta pode ser que ganhe mais um membro na família e nunca se deve ter o sentimento de perda, pois não há perda.
    Na entrevista o meu entrevistado, disse uma coisa interessante: “Todos somos filhos de Deus”
    Mas voltando ao texto de Sandra Cajado, foi bem! Parabéns pelo conteúdo!
    Egídio Pacheco.

  • Tatiana Monteiro (author) said:

    Chegar aqui e comentar nessa página é mais do que uma honra.
    Estar entre “O Quarteto” é tudo “in”: indescritível, indefinível, incrível.
    Traduzindo em palavras inteiras: como o prefixo “in” pode significar meio que “para dentro”, então mais do que estar, sou (na verdade somos) “O Quarteto”.
    Dentro do que pode ser descrito, dentro do que pode ser definido, dentro do crível.
    “O Quarteto” não se define e nem se enquadra em definições pré-estabelecidas de normas de comportamento social quando se diz que questionamentos e abraços a causas justas fazem parte da vida.
    Falar de cada um desses tatus tão especiais é tarefa difícil.
    Joakim Antonio, o poeta que traduz em palavras um talento incontestável (olha o “in” novamente na forma de negação: o que não se contesta) de contar as dores em forma de alegria e cantar a alegria em forma de liras infindáveis;
    Sandra Cajado doa não só seu tempo e conhecimento, doa-se por completo e nos ensina mais do que nunca que o AMOR INCONDICIONAL é a base sólida para todo e qualquer relacionamento;
    Sophia Monteiro ilumina e traz conhecimento de uma forma tocante, concreta, atingível, comprometida e compromissada consigo e com o próximo.
    Como diz o parágrafo de apresentação: “são quatro, mas encontram-se e condensam-se intensa e inteiramente em um único ser para falar sobre a liberdade de amar entre os iguais e os diferentes também”.
    O que dizer?
    Quatro pessoas diferentes, diferentes formas de pensar em busca do indecifrável ser humano em sua forma mais pessoal: liberdade do amor dos iguais e dos diferentes.
    Os iguais do mesmo sexo e os diferentes do sexo oposto ou os diferentes do mesmo sexo e os iguais do sexo oposto?
    Aí o leitor próprio escolhe =)
    Fico feliz de fazer parte do “O Quarteto”!

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