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	<title>Prosa em Verso &#187; Devaneios</title>
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		<title>Um olhar vale mais do que mil palavras</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Apr 2010 14:17:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devaneios]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Jéssica Cajado
 Olá, queridos amigos virtuais e reais, chegando por aqui com garra e entusiasmo de alguém que relutou muito pra escrever e expressar sentimentos que outrora só sabia manifestar através de movimentos corporais pelo qual definimos de dança.
A dança é vida, batimentos cardíacos que se mesclam com expressões corporais e faciais externando emoções.
Pois bem, aqui estou a convite dessa grande mulher guerreira das palavras chamada Tatiana Monteiro que praticamente me intimou a estar aqui, vai a ela o meu muito obrigada. 
O incentivo de amigos me fizeram enxergar ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><em>Por <strong>Jéssica Cajado</strong></em></p>
<p align="justify"><a href="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/04/040e7e452d6faf85.jpg"><img style="display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px" title="040e7e452d6faf85" alt="040e7e452d6faf85" align="left" src="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/04/040e7e452d6faf85_thumb.jpg" width="200" height="300" /></a> Olá, queridos amigos virtuais e reais, chegando por aqui com garra e entusiasmo de alguém que relutou muito pra escrever e expressar sentimentos que outrora só sabia manifestar através de movimentos corporais pelo qual definimos de dança.</p>
<p align="justify">A dança é vida, batimentos cardíacos que se mesclam com expressões corporais e faciais externando emoções.</p>
<p align="justify">Pois bem, aqui estou a convite dessa grande mulher guerreira das palavras chamada Tatiana Monteiro que praticamente me intimou a estar aqui, vai a ela o meu muito obrigada. </p>
<p align="justify">O incentivo de amigos me fizeram enxergar a arte de outra maneira que é a viajem através das palavras na escrita.</p>
<p align="justify">Como definir as palavras? as palavras transformam a vida do ser humano.</p>
<p align="justify">A palavra constrói e destrói a vida alguém.</p>
<p align="justify">Qual o vocabulário do seu coração?</p>
<p align="justify">Além das meras e simples, palavras podem ser definidas através do ditado que diz que um olhar vale mais do que mil palavras, acredito piamente nisso.</p>
<p align="justify">Ela, a palavra, constrói castelos de bem-estar ao próximo, ou então as ruínas escondidas no nosso coração podem destruir o que precisava ser reerguido pelo simples ato ou até mesmo um olhar de ternura de alguém que através do sorriso dos olhos transmitem socorro.</p>
<p align="justify">Creio que muitas vezes o estar do lado basta pra alguém que precisa ouvir algo, sabe aquele que amigo que não precisa dizer muita coisa pra que você perceba que pode contar sempre com ele?</p>
<p align="justify">Então é assim que vejo a vida, mais do que conexões de palavras bonitas e corretas, precisamos ter olhar clínico para tentar decifrar a linguagem dos olhos.</p>
<p align="justify">Encerro a escrita agradecendo a oportunidade e reafirmando que a linguagem dos olhos fala muitas vezes mais alto do que as próprias palavras.</p>
<p align="justify">Passei um ano morando com meus avós e longe dos meus pais, porém como o olhar de conforto da minha mãe me fez falta.</p>
<p align="justify">Dedico esse texto a ela e digo que não há coisa mais milagrosa do que um olhar de alguém que nos ama.</p>
<p align="justify">Finalizo com a canção Magia dos Mortais do grande cantor e compositor Carlos Berg.</p>
<p align="justify">Coração radiante e grato pela honra de passar por aqui pelo Prosa em Verso.</p>
<p align="justify">Até breve!</p>
<p align="center"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0" width="330" height="50" align="middle"><param name="allowScriptAccess" value="sameDomain" /><param value="transparent" name="wmode" /><param name="movie" value="http://storage.mais.uol.com.br/embed_audio2.swf?mediaId=1532186" /><param name="quality" value="high" /><embed src="http://storage.mais.uol.com.br/embed_audio2.swf?mediaId=1532186" quality="high" width="330" height="50" swLiveConnect="true" align="middle" allowScriptAccess="sameDomain" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" wmode="transparent" /></embed></object></p>
<p align="center">- – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – -</p>
<p align="justify"><em><strong><a href="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/04/JssicaCajado1.jpg"><img style="display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px" title="Jéssica Cajado" alt="Jéssica Cajado" align="left" src="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/04/JssicaCajado_thumb1.jpg" width="185" height="241" /></a> Jéssica Cajado</strong>, 17 anos, paraense, mas tem como berço cultural a cidade de São Luís do Maranhão, que é a cidade da cultura e Patrimônio Cultural da Humanidade, ilha do amor e considerada a Jamaica brasileira por sua forte influência do reggae&#8230;&#160; Apaixonada por dança e por ritmos, pois a própria cidade, além da adversidade cultural, tem misturas de indíos, afros e europeus, e nessa fusão ocasionou também espetáculos e apresentações de danças das etnias onde representou o povo indígena.&#160; <br />Desde aos 8 anos que vem dançando coreografias, participando de gravações ao vivo de artistas locais e participou também de um dos eventos mais importantes em São Paulo, denominado R. L. R., da A. J. I., Aliança Jovem Internacional, onde fez a abertura diante de mais de 3.000 pessoas de todo o país.&#160; Sendo assim também morando fora no período de 2009, participou da RAD (Ritmo Aspecto Dance), onde fez várias apresentações, incluindo também a cultura local.&#160; Filha de <strong>Sandra Cajado</strong>, artista plástica e idealizadora do Sandra Cajado Arte &amp; Cultura.</em></p>
<p align="center"><em><strong>Coluna </strong><a href="http://sandracajado.com.br/category/colunas/jessica-cajado-danca-e-arte-e-dancar-faz-parte/"><strong>Dança é arte e dançar faz parte</strong></a></em><em><strong> no Sandra Cajado Arte &amp; Cultura</strong></em></p>
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<p align="center">Você sabia que também estar aqui na seção <strong><a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/category/devaneios/">Devaneios</a></strong>?</p>
<p align="center">Envie um e-mail para</p>
<p align="center"><strong><a href="mailto:contato@prosaemverso.com.br">contato@prosaemverso.com.br</a></strong> e você pode ser o próximo!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O rápido vagar com que as coisas passam&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Feb 2010 20:29:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devaneios]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Guilherme Nogueira
Tempo, parceiro e algoz.
Um suspiro, ele deu. Eternos três segundos se passaram naquela inalação, repleta de perfumes não sentidos, de lembranças carcomidas, de formas e de cores, todavia, inodora. Longos três segundos, sofridos, silenciosos. Foi o mesmo tempo que ela gastou para respondê-lo: “também estou com saudades&#8230; morrendo de saudades”!
Os jogos que o coração joga, na alma despertam fantasias, movimentos, sutilezas, espantos. Bastava mais um segundo para que aquele “também estou com saudades” levasse a um “volta para mim”? Outro segundo se passou, todavia, sem nada ser dito, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por <strong>Guilherme Nogueira</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Tempo, parceiro e algoz.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um suspiro, ele deu. Eternos três segundos se passaram naquela inalação, repleta de perfumes não sentidos, de lembranças carcomidas, de formas e de cores, todavia, inodora. Longos três segundos, sofridos, silenciosos. Foi o mesmo tempo que ela gastou para respondê-lo: “também estou com saudades&#8230; morrendo de saudades”!</p>
<p style="text-align: justify;">Os jogos que o coração joga, na alma despertam fantasias, movimentos, sutilezas, espantos. Bastava mais um segundo para que aquele “também estou com saudades” levasse a um “volta para mim”? Outro segundo se passou, todavia, sem nada ser dito, com o completo controle da alma sobre a reação, perante a emoção. Tempo em que o coração, valente para se expressar, porém temeroso de uma reviravolta indesejada, disparou: “agora, não sei o que dizer”. E o que se diz quando o pranto é suplantado por um sorriso de boa sorte, que vai correndo velozmente até seu destino, dizer, sem nada buscar em troca, “espero que você fique bem”?</p>
<p style="text-align: justify;">Eternos são os segundos que se passam entre os ofegantes sentidos dos corações desiludidos. Momentos de terror, pânico, sofrimento, escassez de vida, tão vivamente sentida. Eternos momentos de mudanças, que, visto a força daqueles que decidem não se abater, tardam pouco a se cessar. Ênfase no tardar, deve ser dada, contudo. Pois, ainda que pouco, que brevemente, tais momentos tardam sempre mais do que se gostaria&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Segundos são unidades estáticas, todavia. Aquelas que dividem os curtos minutos em frações. Para um olhar externo, aquele de quem apenas vê o rosto se fazendo mais límpido, mais calmo, são divisões insignificantes. Para quem os vive eternizados em seu lânguido passar são, pelo contrário, inimigos cruéis. O tempo amigo, que cura as feridas abertas pela e ao longo da vida, é formado de eternos inimigos cruéis.</p>
<p style="text-align: justify;">O tempo, transcendentalmente, se sobrepõe à sua estrutura, fazendo-se, sim, aliado da mudança ao bem-estar. E para as almas de boa vontade, feridas, todavia firmes, seja a eternos segundos de sofrimento ou longos instantes de retidão, a mudança de ares se faz indefectível. Desta forma, dentro de poucos dias, formados por horas de minutos, de segundos, aquele tempo sofrido, perdido entre o “também estou com saudades” e o “agora não sei o que dizer”, transforma-se em novos sorrisos. Serenos sorrisos, de quem muito sentiu em tão pouco tempo, resultam em novos suspiros. Estes, por sua vez, bem mais aprazíveis. Brevemente, portanto, embora, paradoxalmente, longamente, o tempo é vivenciado. Suas lições ficam, para aqueles que buscam absorvê-las. Sutilmente, a vida segue seu curso, e as pedras do caminho, tornam-se areia. A alma se suaviza. Lavada e efêmera, busca por novos suspiros, até o dia em que o tempo seja apenas tempo, nem rápido, nem lento, nem parceiro e nem algoz.</p>
<p style="text-align: center;">- – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – -</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/colunas/guilherme-nogueira/" target="_blank">Guilherme Nogueira</a></strong> é colunista do <strong>Prosa em Verso</strong>.</em></p>
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<p style="text-align: center;">Você sabia que também pode estar aqui na seção <strong><a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/category/devaneios/" target="_blank">Devaneios</a></strong>?</p>
<p style="text-align: center;">Envie um e-mail para</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="mailto:contato@prosaemverso.com.br">contato@prosaemverso.com.br</a></strong> e você pode ser o próximo!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Quem sou eu?</title>
		<link>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/02/06/quem-sou-eu-2/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 20:41:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devaneios]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Sandra Cajado
E aqui estamos nós, em cima de uma árvore, gritando com alguém que não se vê; esse é o lugar certo para começar nossa história&#8230;
Se performance diz o que eu faço e identidade mostra quem eu sou, reputação é a interpretação que as outras pessoas fazem da minha performance e da minha identidade.
Qualquer que seja a minha reputação, ela parte como ponto de vista de outra pessoa não do meu.
Tenho alguma medida de controle sobre minha performance e sobre minha identidade, mas não tenho controle sobre a avaliação ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por <strong>Sandra Cajado</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><strong>E aqui estamos nós, em cima de uma árvore, gritando com alguém que não se vê; esse é o lugar certo para começar nossa história&#8230;</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2742" href="http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/02/06/quem-sou-eu-2/texto_sandra/"><img class="alignleft size-medium wp-image-2742" title="texto_sandra" src="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/02/texto_sandra-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a>Se performance diz o que eu faço e identidade mostra quem eu sou, reputação é a interpretação que as outras pessoas fazem da minha performance e da minha identidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Qualquer que seja a minha reputação, ela parte como ponto de vista de outra pessoa não do meu.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenho alguma medida de controle sobre minha performance e sobre minha identidade, mas não tenho controle sobre a avaliação que outras pessoas fazem sobre mim.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, vejo que a busca que empreendo pela minha reputação, a única coisa que tenho um pouco de controle, me consome.</p>
<p style="text-align: justify;">Vivemos no limite, entre a crítica e os aplausos, sentindo ambos num só fôlego. Quando construímos nossa identidade no crivo da opinião pública, quem somos parece estar indissoluvelmente vinculado ao nosso desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;">É como sempre estar no palco&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Não para por aí&#8230; Você não precisa ser artista para ter uma performance.</p>
<p style="text-align: justify;">A vida, porém, trabalha contra nós. Não conseguimos ser perfeitos em todos os relacionamentos. Muitas vezes falamos algo que fere um amigo; consequentemente despencamos em sua avaliação. Quem pode culpá-lo por isso?</p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes,nossa reputação sofre alguns arranhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Em algum lugar da confusão, entre nossos sucessos e fracassos, cada um de nós pergunta: &#8220;Afinal quem sou eu&#8221;?</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto maior o grau de amor por um amigo e se a decepção chegar, maior será a ferida!</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso eu não quero perder amigos, quero é guardá-los bem escondidinhos dentro do meu coração!</p>
<p style="text-align: justify;">Eu só quero é ser feliz e poder fazer meus amigos felizes!!!</p>
<p style="text-align: justify;">Jesus disse: Não há nada mais sublime do que dar a vida por um amigo!</p>
<p style="text-align: center;">- – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – -</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/colunas/sandra-cajado/" target="_blank">Sandra Cajado</a></strong> é colunista do <strong>Prosa em Verso</strong>.</em></p>
<p style="text-align: center;">* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *</p>
<p style="text-align: center;">Você sabia que também pode estar aqui na seção <strong><a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/category/devaneios/" target="_blank">Devaneios</a></strong>?</p>
<p style="text-align: center;">Envie um e-mail para</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="mailto:contato@prosaemverso.com.br?subject=Devaneios">contato@prosaemverso.com.br</a></strong> e você pode ser o próximo!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Confidências</title>
		<link>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/02/02/confidencias/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 20:41:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devaneios]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Raquel de Barros Castro
Enquanto toco o piano me lembro de você e de nossas confidências, penso sempre se o que existiu era real ou só sonho meu. Você diz pra mim para eu ter paciência e isso é tudo que não quero ter.
Lembro-me da intimidade, das conversas profundas ou não, dos seus sumiços, e como doíam seus sumiços. Lembro-me do seu semblante sério, do seu ciúme, das suas cenas. Lembro-me do que gostava de ouvir, e como era diferente de mim.
Você, centrado no trabalho, eu, centrada em você. Como ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por <strong>Raquel de Barros Castro</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto toco o piano me lembro de você e de nossas confidências, penso sempre se o que existiu era real ou só sonho meu. Você diz pra mim para eu ter paciência e isso é tudo que não quero ter.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembro-me da intimidade, das conversas profundas ou não, dos seus sumiços, e como doíam seus sumiços. Lembro-me do seu semblante sério, do seu ciúme, das suas cenas. Lembro-me do que gostava de ouvir, e como era diferente de mim.</p>
<p style="text-align: justify;">Você, centrado no trabalho, eu, centrada em você. Como deveria ser, como foi. Eu voltei, você ficou, sempre foi daí, desse lugar quase inóspito. Mas como tenho saudade de você. Às vezes dói e procuro nem lembrar. Mas também tem horas que procuro notícias suas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é fácil, meu amigo, esquecer um grande amor. E amor não tem tempo para acontecer, nem por quem se apaixonar, foi com você que senti o que senti, que amei como amei.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora ando às tontas por aqui, te procurando em cada sorriso, te vendo a cada esquina. Não, não é loucura. São apenas lembranças do que tinha que acontecer e que não aconteceu. É apenas o amor batendo aqui.</p>
<p style="text-align: center;">- – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – -</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong><a rel="attachment wp-att-2664" href="http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/02/02/confidencias/attachment/002/"><img class="alignright size-medium wp-image-2664" title="002" src="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/02/002-212x300.jpg" alt="" width="170" height="240" /></a>Raquel de Barros Castro</strong>, mineira, nascida em Uberlândia, já morou em vários lugares, incluindo Iraque. Gosta de escrever, fazer poemas, compor, tocar piano, cantar. Montou seu blog desde 2004, mas agora migrou para o tumblr (o antigo ainda existe: <strong><a href="http://www.paixaoeliberdade.blogspot.com" target="_blank">Paixão e Liberdade</a></strong>). Gosta de falar sobre coisas do dia-a-dia, sentimentos, sobre a alma feminina, seus desejos, seus temores, sobre a angústia que de repente nos dá por simplesmente existirmos. Não tem muita papa na língua, fala e escreve o que tem vontade e o que mexe com o mais íntimo de todos. No fundo é uma romântica.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Twitter: <a href="http://www.twitter.com/rabcastro" target="_blank">@rabcastro</a></em><em><br />
</em><em> Blog: <a href="http://paixaoeliberdade.tumblr.com/" target="_blank">http://paixaoeliberdade.tumblr.com</a></em></strong></p>
<p style="text-align: center;">* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *</p>
<p style="text-align: center;">Você sabia que também estar aqui na seção <strong><a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/category/devaneios/" target="_blank">Devaneios</a></strong>?</p>
<p style="text-align: center;">Envie um e-mail para</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="mailto:contato@prosaemverso.com.br?subject=Devaneios">contato@prosaemverso.com.br</a></strong> e você pode ser o próximo!</p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ser humano</title>
		<link>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/01/31/ser-humano/</link>
		<comments>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/01/31/ser-humano/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 20:33:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devaneios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://prosaemverso.com.br/?p=2574</guid>
		<description><![CDATA[Por Lucas Corrêa Mendes
Tentamos ser diferentes a cada ano,
Trocamos de meta a cada mês,
Praticamos redundâncias dos atos humanos,
Somos os mesmos toda vez.
Que o passado sirva de aprendizado,
Que deixe claros os passos que foram dados no escuro,
Às vezes é preciso deixar o presente de lado,
E viver um pouco mais o futuro.
Criamos forças e descobrimos fraquezas,
Amordaçamos o bem em nossa rebeldia,
Conquistamos coragem em meio às incertezas,
Extinguimos o mal em desnuda calmaria.
Às vezes resistimos à ajuda de alguém,
Mas hostilizamos a solidão,
O orgulho quanto mais é dado, mais se tem,
Até experimentarmos a generosidade do ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>Por <strong>Lucas Corrêa Mendes</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Tentamos ser diferentes a cada ano,<br />
Trocamos de meta a cada mês,<br />
Praticamos redundâncias dos atos humanos,<br />
Somos os mesmos toda vez.</p>
<p style="text-align: justify;">Que o passado sirva de aprendizado,<br />
Que deixe claros os passos que foram dados no escuro,<br />
Às vezes é preciso deixar o presente de lado,<br />
E viver um pouco mais o futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Criamos forças e descobrimos fraquezas,<br />
Amordaçamos o bem em nossa rebeldia,<br />
Conquistamos coragem em meio às incertezas,<br />
Extinguimos o mal em desnuda calmaria.</p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes resistimos à ajuda de alguém,<br />
Mas hostilizamos a solidão,<br />
O orgulho quanto mais é dado, mais se tem,<br />
Até experimentarmos a generosidade do perdão.</p>
<p style="text-align: justify;">Somos queixas legíveis<br />
Da relatividade do certo e do errado,<br />
Somos mentores audíveis<br />
Emudecidos pela tentação do pecado.</p>
<p style="text-align: justify;">Somos nossas idéias aos outros imagináveis,<br />
Somos matéria viva e diversificada de complexidade,<br />
Somos estavelmente instáveis,<br />
Somos feitos de momentos e de vontades.</p>
<p style="text-align: justify;">Não sabemos se conscientizamos nossos instintos,<br />
Ou se somos instintivamente racionais,<br />
Somos bailarinos dançando ao som desritmado do destino,<br />
Somos da vida, personagens reais.</p>
<p style="text-align: justify;">É um erro fazer da escuridão o esconderijo do dia,<br />
Nós amanhecemos, entardecemos e anoitecemos, é a normalidade,<br />
Porém, não anoiteça sem levar consigo a luz que lhe foi oferecida,<br />
Pois, nosso tempo de vida nos rascunha para a eternidade.</p>
<p style="text-align: center;">- – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – -</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong><a rel="attachment wp-att-2580" href="http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/01/31/ser-humano/lucas/"><img class="size-full wp-image-2580 alignright" title="lucas" src="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/01/lucas.jpg" alt="" width="139" height="184" /></a>Lucas Corrêa Mendes</strong>, nascido em Araguaína-TO. Acadêmico de Farmácia Generalista (ITPAC). Amante da poesia há pouco tempo, desde o final de 2007, quando classificado para a final do <strong>FEPEARA (Festival Aberto de Poesias de Araguaína)</strong> depois de ter feito inscrição no concurso com único propósito de ganhar um ponto na disciplina de Redação da escola. Felizmente, o um ponto ganho na disciplina foi a menor das conquistas naquele evento. Depois da participação no festival, surgiu o gosto pela poesia. Sonhador e otimista sem deixar de ser realista, sempre busca metas e tem a poesia como seu maior ‘veículo’ nas ‘viagens’ da vida.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>E-mail: lucas.farmacia@hotmail.com</em><em><br />
</em><em>Twitter: <a href="http://twitter.com/LucasCMendes" target="_blank">@LucasCMendes</a></em><em><br />
</em><em>Página de poesias:  <a href="http://recantodasletras.uol.com.br/autores/lucascmendes" target="_blank">Recanto das Letras</a> </em></strong></p>
<p style="text-align: center;">* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *</p>
<p style="text-align: center;">Você sabia que também estar aqui na seção <strong><a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/category/devaneios/" target="_blank">Devaneios</a></strong>?</p>
<p style="text-align: center;">Envie um e-mail para</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="mailto:contato@prosaemverso.com.br?subject=Devaneios">contato@prosaemverso.com.br</a></strong> e você pode ser o próximo!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Reconhecimento</title>
		<link>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/01/30/reconhecimento/</link>
		<comments>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/01/30/reconhecimento/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 20:38:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devaneios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://prosaemverso.com.br/?p=2536</guid>
		<description><![CDATA[Por Tatiana Kielberman
Talvez o ser humano leve um tempo justo até que possa olhar para si e saber que há a presença da falta. Freud já falava disso brilhantemente em sua obra, e cada vez mais nossa própria alma informa que não é possível enganar-se por uma vida inteira.
É nítido que buscamos disfarçar a ausência de afeto com um sorriso forçado, trazendo a falsa ideia de que o inferno mora ao lado, jamais na casa da gente&#8230; Acima de tudo, negamos até o fim o fato de que o nosso ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por <strong>Tatiana Kielberman</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Talvez o ser humano leve um tempo justo até que possa olhar para si e saber que há a presença da falta. Freud já falava disso brilhantemente em sua obra, e cada vez mais nossa própria alma informa que não é possível enganar-se por uma vida inteira.</p>
<p style="text-align: justify;">É nítido que buscamos disfarçar a ausência de afeto com um sorriso forçado, trazendo a falsa ideia de que o inferno mora ao lado, jamais na casa da gente&#8230; Acima de tudo, negamos até o fim o fato de que o nosso ódio é a faceta mais mascarada de nosso amor, e que é a esse mesmo amor que devemos direcionar o nosso olhar atento&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Eis, então, que perdemos ou nos fazemos perder o tão desejado calor humano, a tão almejada e idealizada figura de representação do amor. Neste momento nasce a revolta, que é amiga da raiva e não nos deixa enxergar um palmo acima de nossos olhos.</p>
<p style="text-align: justify;">O que esperar? Para onde ir?</p>
<p style="text-align: justify;">Nosso coração, na estranheza de um asco incompreensível, busca refúgio nas profundezas de nosso íntimo, e nele se aloja sem prazo de retorno. Permeado por um fôlego inabalável, nosso ego emerge com respostas imediatas, instantâneas, tão absolutas que parecem distantes da emoção em si, por mais que estejam repletas dela &#8211; escondida.</p>
<p style="text-align: justify;">Surge então a possibilidade de respirar fundo e não mais manter o contato com aquilo que era, anteriormente, doloroso. Se podemos passar imunes, por que não sintetizar? Comemoramos a insossa vitória de estarmos longe de nós mesmos e, consequentemente, de nossa falta. Somos, por um momento, os seres mais felizes da face da Terra, já que nossos problemas se encontram cobertos de areia, numa construção bem feita para que não haja a aflição da angústia.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo da vida, passamos inúmeras vezes por esse conflito, principalmente por não aceitarmos compreender a incompletude dos fatos. Pode demorar anos até que nossa alma possa se incumbir de olhar mais a fundo e, então, retirar todas as máscaras que encobrem o verdadeiro ser.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando esses disfarces finalmente se transformam em pó, podemos reconhecer em nós mesmos e no outro o valor autêntico das relações. Assumir os erros, ser o que realmente somos, virar a página – talvez estes sejam os elementos mais fundamentais e difíceis de se aprender, e por isso são tão valiosos ao enriquecimento espiritual.</p>
<p style="text-align: justify;">Para se alcançar a plenitude dos fatos, é preciso não apenas buscar uma vez, mas tentar em inúmeros momentos, quantas vezes forem necessárias&#8230; O coração jamais se cansa de amar, e não esquece o significado da palavra ‘perdão’. Pode, por vezes, parecer amargo e sem vida, mas sabemos que sua essência é perfeitamente visível quando as portas são abertas para o amor entrar.</p>
<p style="text-align: center;">- – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – -</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong><a rel="attachment wp-att-2537" href="http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/01/30/reconhecimento/taty-2/"><img class="alignright size-medium wp-image-2537" title="Taty" src="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Taty1-300x289.jpg" alt="" width="216" height="208" /></a>Tatiana Kielberman</strong>, 22 anos e nascida em São Paulo, onde moro até hoje. Estudo no Mackenzie e estou cursando o último ano de Psicologia. Atualmente trabalho no Grupo Foco e faço parte da equipe de Comunicação Corporativa, que mescla as áreas de Recursos Humanos e Jornalismo! É uma área bem interessante, que possibilita um crescimento sem igual e expande horizontes para o contato com o mundo.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Contato: tatikielber@yahoo.com.br</em><em><br />
</em><em> Blog: <a href="http://www.retratosdaalma.zip.net" target="_blank">http://www.retratosdaalma.zip.net</a></em></strong></p>
<p style="text-align: center;">* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O que precisamos fazer para ter um mundo melhor no futuro?</title>
		<link>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/01/30/o-que-precisamos-fazer-para-ter-um-mundo-melhor-no-futuro/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 20:33:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devaneios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://prosaemverso.com.br/?p=2546</guid>
		<description><![CDATA[Por Raphael Davalle
Caros leitores,
Hoje venho falar sobre um tema que vem sendo debatido em nossa sociedade: a conscientização do ser humano.
Recentemente temos passado por tantos transtornos, dentre os quais podemos destacar: o futuro indefinido de nossas crianças, o aquecimento global, as tragédias decorrentes da força da natureza provocadas pelo próprio aquecimento global, a violência que assola nosso País e o mundo afora, guerras culturais, sociais, econômicas etc.
Para termos um mundo melhor, com um futuro promissor, devemos, no presente, reciclarmos nossa consciência para, posteriormente, podermos tirar conclusões e definirmos soluções para ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por <strong>Raphael Davalle</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Caros leitores,</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Hoje venho falar sobre um tema que vem sendo debatido em nossa sociedade: a conscientização do ser humano.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente temos passado por tantos transtornos, dentre os quais podemos destacar: o futuro indefinido de nossas crianças, o aquecimento global, as tragédias decorrentes da força da natureza provocadas pelo próprio aquecimento global, a violência que assola nosso País e o mundo afora, guerras culturais, sociais, econômicas etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Para termos um mundo melhor, com um futuro promissor, devemos, no presente, reciclarmos nossa consciência para, posteriormente, podermos tirar conclusões e definirmos soluções para vivermos em um mundo melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, escrevi essa poesia, para alertar aos seres humanos de que ainda somos animais racionais e determinados a vencer.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><strong>Alerta à humanidade<br />
(Raphael Davalle)</strong></p>
<p style="text-align: center;">O deserto é a lenda da solidão:<br />
Uma história árdua, sem cor, nem paixão!<br />
As nuvens negras chegam, os pássaros não cantam mais.<br />
As vidas dos animais desencarnam, frustrações não somem jamais!</p>
<p style="text-align: center;">Não imaginava esse dia chegar,<br />
O ser humano deverá evitar!<br />
O fim do mundo é questão de tempo:<br />
Sem juízo e respeito, a razão estará a um passo de se fulminar&#8230;</p>
<p style="text-align: center;">Por que o homem não para e pensa?<br />
Reciclemos a consciência!<br />
Refletindo assim recuperaremos a harmonia do planeta.<br />
Basta ter sapiência!</p>
<p style="text-align: center;">O que ronda minha mente é uma triste sensação,<br />
Que é o ver da sua irreal desistência!<br />
Faça um favor por mim, te peço de coração:<br />
Jamais abandone seus ideais, use sua inteligência!</p>
<p style="text-align: center;">Não vá embora neste momento!<br />
Sua despedida não aguento!<br />
Não me deixe na solidão!<br />
O mundo precisa de ti.<br />
Mantenha no seu viver essa intensa paixão!</p>
<p style="text-align: center;">Não deixe faltar ao ser humano o coração,<br />
Para que no futuro vire um solitário cidadão!</p>
<p style="text-align: center;">- – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – -</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong><a rel="attachment wp-att-2551" href="http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/01/30/o-que-precisamos-fazer-para-ter-um-mundo-melhor-no-futuro/100_324800-2/"><img class="alignleft size-full wp-image-2551" title="100_324800" src="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/01/100_3248001.jpg" alt="" width="156" height="214" /></a>Raphael Davalle</strong>, 25 anos. Rio de Janeiro. Advogado, músico e compositor. Descendente de uma família de italianos, chilenos, portugueses, ciganos e africanos. Baterista e percussionista. Diretor jurídico do <strong>GRES Unidos de Lucas</strong>. Assessor e percussionista da <strong>Banda Vó Ruth</strong>. Herdeiro de uma família tradicional de músicos. Seu pai e seu tio tiveram banda na Jovem Guarda e sua avó paterna era maestrina e professora de música da <strong>Escola Vila Lobos</strong> e <strong>Escola Nacional de Música</strong>, além de ter sido uma das fundadoras do <strong>GRES Unidos do Capela</strong>, que foi uma vez campeão do Grupo Especial das Escolas de Samba do Rio de Janeiro. Botafoguense fanático, valoriza nas pessoas a determinação e o poder de vencer.</em></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Contato: raphadavalle@oi.com.br</em><em><br />
</em><em> Orkut: <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=10315564143115128957" target="_blank">Raphael Davalle</a></em><em><br />
</em><em> Twitter: <a href="http://www.twitter.com/rapha_davalle" target="_blank">@rapha_davalle</a></em></strong></p>
<p style="text-align: center;">* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Coisas da vida</title>
		<link>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/01/24/coisas-da-vida/</link>
		<comments>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/01/24/coisas-da-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 20:36:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devaneios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://prosaemverso.com.br/?p=2371</guid>
		<description><![CDATA[Por Raphael Davalle
Nascer, crescer, reproduzir e morrer:
São os principais lemas da vida.
Lutar, glorificar, trabalhar e vencer:
Representam os parâmetros da vivência pretendida.
Só se conquista quem sabe acreditar na vitória.
Só se compete quem tem o dom de compor uma trajetória.
A vida é uma faca de dois gumes e complicada:
De um lado, uma cor uniforme da energia apaixonada.
Do outro, sofrimento sem fim e limitação indesejada.
Sem vida não há amor, inexiste prazer,
Não existem milagres se um ano não se transcorrer.
Sem o samba, solitária e sem graça fica a avenida.
Jamais veríamos uma agremiação campeã e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Por <strong>Raphael Davalle</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Nascer, crescer, reproduzir e morrer:<br />
São os principais lemas da vida.<br />
Lutar, glorificar, trabalhar e vencer:<br />
Representam os parâmetros da vivência pretendida.</p>
<p style="text-align: justify;">Só se conquista quem sabe acreditar na vitória.<br />
Só se compete quem tem o dom de compor uma trajetória.<br />
A vida é uma faca de dois gumes e complicada:<br />
De um lado, uma cor uniforme da energia apaixonada.<br />
Do outro, sofrimento sem fim e limitação indesejada.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem vida não há amor, inexiste prazer,<br />
Não existem milagres se um ano não se transcorrer.<br />
Sem o samba, solitária e sem graça fica a avenida.<br />
Jamais veríamos uma agremiação campeã e aguerrida.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem um amor puro, sincero, parceiro e verdadeiro,<br />
Jamais seremos capazes de dar ao coração o espírito guerreiro.<br />
Se deixarmos de dar ao futuro, a vida e valoração merecida,<br />
Nunca mais veremos nossos filhos em etapas positivas vencidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não existe vida sem garra e sabedoria.<br />
Sem dedicação, um troféu jamais o homem conquistaria.<br />
Sem humanidade,<br />
Não se tem evolução e sobriedade.<br />
Tudo se entrelaça na esfera da positividade.</p>
<p style="text-align: justify;">São coisas da vida:<br />
Desafios, frustrações, vitórias e derrotas.<br />
Quatro paradoxos representados pela adversidade.<br />
Só basta levarmos o mundo à igualdade,<br />
Para erradicarmos complicações fazendo uso da bondade.</p>
<p style="text-align: center;">- – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – -</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong><a rel="attachment wp-att-2375" href="http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/01/24/coisas-da-vida/om/"><img class="alignright size-full wp-image-2375" title="om" src="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/01/om.jpg" alt="" width="172" height="230" /></a>Raphael Davalle</strong>, 25 anos. Rio de Janeiro. Advogado, músico e compositor.  Descendente de uma família de italianos, chilenos, portugueses, ciganos e africanos. Baterista e percussionista. Diretor jurídico do <strong>GRES Unidos de Lucas</strong>. Assessor e percussionista da <strong>Banda Vó Ruth</strong>. Herdeiro de uma família tradicional de músicos. Seu pai e seu tio tiveram banda na Jovem </em><em>Guarda e sua avó paterna era maestrina e professora de música da <strong>Escola Vila Lobos</strong> e <strong>Escola Nacional de Música</strong>, além de ter sido uma das fundadoras do <strong>GRES Unidos do Capela</strong>, que foi uma vez campeão do Grupo Especial das Escolas de Samba do Rio de Janeiro. Botafoguense fanático, valoriza nas pessoas a determinação e o poder de vencer.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Contato:  raphadavalle@oi.com.br</em><em><br />
</em><em>Orkut:  <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=10315564143115128957" target="_blank">Raphael Davalle</a></em><em><br />
</em><em> Twitter:  <a href="http://www.twitter.com/rapha_davalle" target="_blank">@rapha_davalle</a></em></strong></p>
<p style="text-align: center;">* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Quem sou eu?</title>
		<link>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/01/23/quem-sou-eu/</link>
		<comments>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/01/23/quem-sou-eu/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 20:35:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devaneios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://prosaemverso.com.br/?p=2350</guid>
		<description><![CDATA[ Por Helmut Leopold
Não sei quem sou,
Não sei o que faço,
Não sei de mais nada.
Do que sei?
O que serei?
O que será?
Serei eu?
Será?
Não sei.
Só sei que assim que é,
Assim que foi,
E assim será.
- – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – -
Helmut Leopold é colunista do Prosa em Verso.
* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em> Por <strong>Helmut Leopold</strong></em></p>
<p style="text-align: left;">Não sei quem sou,<br />
Não sei o que faço,<br />
Não sei de mais nada.<br />
Do que sei?<br />
O que serei?<br />
O que será?<br />
Serei eu?<br />
Será?<br />
Não sei.<br />
Só sei que assim que é,<br />
Assim que foi,<br />
E assim será.</p>
<p style="text-align: center;">- – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – -</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/colunas/helmut-leopold/" target="_blank">Helmut Leopold</a></strong> é colunista do <strong>Prosa em Verso</strong>.</em></p>
<p style="text-align: center;">* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *</p>
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<p style="text-align: center;"><strong><a href="mailto:contato@prosaemverso.com.br?subject=Devaneios">contato@prosaemverso.com.br</a></strong> e você pode ser o próximo!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/01/23/quem-sou-eu/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sobre o medo que sentimos</title>
		<link>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/01/22/sobre-o-medo-que-sentimos/</link>
		<comments>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/01/22/sobre-o-medo-que-sentimos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 21:05:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devaneios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://prosaemverso.com.br/?p=2312</guid>
		<description><![CDATA[Por Tatiana Kielberman
O medo não surge como um sentimento direcionado a um segundo objeto. É sim reflexo da estranheza que o outro causa em nós. O medo é egoísta, já que preza tanto pela manutenção da possível sanidade mental, que deixa de lado qualquer possibilidade de evolução. Sim, pois enquanto nos fazemos ser absorvidos pelo medo, a vida passa, e o tempo se recusa a esperar&#8230;
É só abrirmos os olhos para sentir quanta história se passou sem que tivéssemos sido ao menos parte dela, simplesmente pelo medo de encenar o ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por <strong>Tatiana Kielberman</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">O medo não surge como um sentimento direcionado a um segundo objeto. É sim reflexo da estranheza que o outro causa em nós. O medo é egoísta, já que preza tanto pela manutenção da possível sanidade mental, que deixa de lado qualquer possibilidade de evolução. Sim, pois enquanto nos fazemos ser absorvidos pelo medo, a vida passa, e o tempo se recusa a esperar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">É só abrirmos os olhos para sentir quanta história se passou sem que tivéssemos sido ao menos parte dela, simplesmente pelo medo de encenar o papel que nos caberia em determinado momento&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">O medo é um não querer ver. Quando relacionado à perda, é um não poder viver sem.</p>
<p style="text-align: justify;">Sinto medo daquilo que não conheço e me recuso a conhecer. Pois, se o ininteligível tornar-se claro e sem barreiras, qual será a graça? De que poderei me proteger, onde estarão minhas armas?</p>
<p style="text-align: justify;">Não sei. E, por não saber, alimento tanto o não querer, que se torna parte de mim.</p>
<p style="text-align: justify;">O medo aprisiona de forma dominadora. Tem o poder de levar embora as boas sensações, qualquer noção de equilíbrio, as últimas gotas de alívio que haviam restado dentro de nós. Acima de tudo, paralisa. Não os membros do corpo, mas a potência do ser.</p>
<p style="text-align: justify;">O não-querer-viver nem sempre vem relacionado com o medo. Se é consequência de uma depressão, ok. Nossa velha conhecida nos ensina que é preciso ter paciência e esforço para removê-la de nossos caminhos. Ao menos nesse caso não deixamos de nos permitir viver pela resistência em encarar situações: simplesmente não temos força. E isso também passa, como assistimos ir embora aos poucos aquilo que nos corroi e pensamos ser infinito.</p>
<p style="text-align: justify;">O medo passa? Sim, ele deseja partir. Mas não faz as malas até que estejamos prontos a viver sem sua companhia. Para se viver sem medo, é preciso observar uma vida inteira sendo transformada. Aos poucos, delicadamente, como uma suave nota musical nas composições de Bach. Que é tocada com leveza, mas notoriamente marca seu espaço. A transformação não acontece, ela é. Ela se faz visível quando podemos assumir a verdade de nossos corações, por mais difícil que esta seja.</p>
<p style="text-align: justify;">O medo se esvai na mesma medida e hora em que a transformação acontece. Simultaneamente, como grandes parceiros, ambos estabelecem um diálogo invejável. Que não precisa de maiores explicações, por ser sentido na pele. Que não pede palavras, pois a linguagem da verdade é inaudível pela forma comum.</p>
<p style="text-align: justify;">Torna-se necessário escutar com a mente, mas acima de tudo, com a sincera colocação de papéis, cada um em seu devido lugar.</p>
<p style="text-align: justify;">Sinto medo pela falta de oportunidade de conhecer o diferente. Para que isso não me frustre (pois não tolero frustrações), disfarço-o através da existência de um fantasma. Aliás, a oportunidade até existe&#8230; O que não existe é o brio em assumir que se deseja fazer escolhas, que são íngremes e, aí sim, colocam medo no outro. A expectativa do outro se anula no mesmo momento em que tomamos posse de nossos atos, e responsabilidade sobre nossa individuação.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, afinal de tudo, penso que o medo é corajoso&#8230; Ele nos ajuda a perceber, por trás das cortinas, que há um grande potencial transformador. Basta que tenhamos isso nítido diante de nossos olhos, sem necessitar de binóculos para enxergar mais longe.</p>
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<p style="text-align: justify;"><em><strong><a rel="attachment wp-att-2321" href="http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/01/22/sobre-o-medo-que-sentimos/taty/"><img class="alignright size-medium wp-image-2321" title="Taty" src="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Taty-300x289.jpg" alt="" width="216" height="208" /></a>Tatiana Kielberman</strong>, 22 anos e nascida em São Paulo, onde moro até hoje. Estudo no Mackenzie e estou cursando o último ano de Psicologia. Atualmente trabalho no Grupo Foco e faço parte da equipe de Comunicação Corporativa, que mescla as áreas de Recursos Humanos e Jornalismo! É uma área bem interessante, que possibilita um crescimento sem igual e expande horizontes para o contato com o mundo.</em></p>
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<p style="text-align: justify;"><strong><em>Contato:  tatikielber@yahoo.com.br</em><em><br />
</em><em> Blog:  <a href="http://www.retratosdaalma.zip.net/" target="_blank">http://www.retratosdaalma.zip.net</a></em></strong></p>
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