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	<title>Prosa em Verso &#187; Tatiana Monteiro &#8211; Interagindo</title>
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		<title>Um pouco sobre a Semana Santa</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 14:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tatiana Monteiro - Interagindo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Tatiana Monteiro em Interagindo
 Olá, amigos do P&#38;V, tudo bem?
Já que estamos na Semana Santa, resolvi fazer um apanhado histórico sobre este grande período, uma tradição religiosa do Cristianismo que celebra a Paixão, a Morte e a Ressurreição de Jesus Cristo.
A Semana Santa se inicia na celebração da entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, que ocorre do domingo de ramos, e tem seu término com a ressurreição de Jesus Cristo, que ocorre no domingo de Páscoa.
No século IV, essa semana especial chamava-se Hebdomada paschalis (semana pascal), e no ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><em>Por <strong><a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/colunas/tatiana-monteiro/">Tatiana Monteiro</a></strong> em <strong><a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/category/colunas/tatiana-monteiro-interagindo/">Interagindo</a></strong></em></p>
<p align="justify"><a href="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Jesus1.jpg"><img style="display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px" title="Jesus1" alt="Jesus1" align="left" src="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Jesus1_thumb.jpg" width="198" height="300" /></a> Olá, amigos do P&amp;V, tudo bem?</p>
<p align="justify">Já que estamos na Semana Santa, resolvi fazer um apanhado histórico sobre este grande período, uma tradição religiosa do Cristianismo que celebra a Paixão, a Morte e a Ressurreição de Jesus Cristo.</p>
<p align="justify">A Semana Santa se inicia na celebração da entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, que ocorre do domingo de ramos, e tem seu término com a ressurreição de Jesus Cristo, que ocorre no domingo de Páscoa.</p>
<p align="justify">No século IV, essa semana especial chamava-se <em>Hebdomada paschalis</em> (semana pascal), e no século seguinte passou a chamar-se <em>Semana Autêntica</em>. Isso em Roma. No Oriente, chamava-se <em>Semana Maior</em>. Por esse mesmo tempo surgiu o nome <em>Semana Santa</em>.</p>
<p align="justify">Inicialmente, talvez já nos tempos dos apóstolos, a Semana Santa era celebrada só a partir da sexta-feira. Eram dois dias (sexta-feira e sábado) de jejum rigoroso, em preparação para o domingo, em que se celebrava a ressurreição de Cristo. Depois, foi incluída também a quarta-feira, para lembrar o dia em que os chefes judeus decidiram prender o Salvador.</p>
<p align="justify">Lá pelo ano de 247, parece que já tínhamos toda uma Semana Santa. Um escritor desse tempo diz que muitos passavam todos esses dias sem provar nenhuma alimento. Em algumas igrejas, esses dias eram também de descanso para todos os servos e escravos. Algumas Igrejas celebravam todas as noites vigílias solenes de orações e leituras, com a celebração da eucaristia.</p>
<p align="justify">Ao que parece, as cerimônias próprias da Semana Santa surgiram principalmente em Jerusalém onde, de certo modo, permaneciam mais vivas as lembranças dos últimos dias de Jesus. Essas solenidades foram imitadas pelas Igrejas do Oriente, depois pelas Igrejas européias. Só lá pelo século IX é que chegaram até Roma. É interessante notar que, já nesses primeiros tempos, na sexta-feira e no sábado jamais se celebrava a eucaristia.</p>
<p align="justify">Vejamos agora o significado de cada dia da Semana Santa:</p>
<p align="justify"><strong><a href="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/03/SemanaSanta.jpg"><img style="display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px" title="SemanaSanta" alt="SemanaSanta" align="right" src="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/03/SemanaSanta_thumb.jpg" width="274" height="300" /></a> Domingo de Ramos</strong>     <br />O Domingo de Ramos abre solenemente a Semana Santa, com a da entrada de Jesus em Jerusalém. Jesus é recebido em Jerusalem como um rei, mas os mesmos que o receberam com festa O condenará a morte.Jesus é recebido com ramos de palmeiras.</p>
<p align="justify"><strong>Segunda-feira Santa      <br /></strong>É o segundo dia da Semana Santa. Onde o Nosso Senhor dos Passos começa sua caminhada rumo ao calvário.</p>
<p align="justify"><strong>Terça-feira Santa      <br /></strong>É o terceiro dia da Semana Santa.</p>
<p align="justify"><strong>Quarta-feira Santa</strong>     <br />Encerra-se na Quarta-feira Santa o período quaresmal. Em algumas igrejas celebra-se neste dia a piedosa procissão do encontro de Nosso Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores. Ainda há igrejas que neste dia celebra o Ofício das Trevas, lembrando que o mundo já está em trevas devido à proximidade da Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.</p>
<p align="justify"><strong>Quinta-feira da Ceia</strong>     <br />É o quinto dia da Semana Santa. Neste dia é relembrada especialmente a Última Ceia. É realizada nas catedrais diocesanas, a Missa de Crisma, onde o Bispo diocesano santifica o óleo dos Catecúmenos e dos Enfermos e consagra o óleo de Crisma que será usado por todas as paróquias de sua diocese durante um ano até a próxima Quinta-feira Santa, onde o óleo que restou do ano seguinte é queimado. Para a consagração de Crisma, o Bispo pede a Jesus que envie o Espírito Santo Paráclito, para que torne o óleo santo e que todas as pessoas ungidas com ele se tornem &quot;soldados de Cristo&quot;. À tarde, após o pôr-do-sol, é celebrada a Missa de Lava-pés, onde relembra o gesto de humildade que Jesus realizou lavando os pés dos seus doze discípulos e comendo com eles a ceia derradeira. É neste momento que Judas Iscariotes sai correndo e vai entregar Jesus por trinta moedas de prata. É nesta noite em que Jesus é preso, interrogado e no amanhacer da Sexta-feira açoitado e condenado. A igreja fica em vígila ao Santíssimo relembrando os sofrimentos começados por Jesus nesta noite. A igreja já se reveste de luto e tristeza desnudando os altares, quando são retirados todos os enfeites, toalhas, flores, velas, tudo para simbolizar que Jesus já está preso e consciente do que vai acontecer.</p>
<p align="justify"><strong>Sexta-feira Santa ou Sexta-feira da Paixão      <br /></strong>Este é o momento onde a Igreja recorda a Morte do Salvador. É o único dia que não se celebra a Missa e não há consagração das hóstias. É celebrada a Solene Ação Litúrgica, Paixão e Adoração da Cruz onde inicia-se com a equipe de celebração entrando em silêncio e o padre se prostrando no altar em sinal de humildade e de tristeza. É realizada a narrativa da paixão, que narra os acontecimentos desde quando Jesus foi interrogado, a Oração Universal, que reza polos que não creem e Deus e em Cristo, pelos judeus, pelos poderes públicos, dentre outros, e a Adoração da Cruz. Há comunhão, mais as partículas não são consagradas na sexta, se consagra uma quantidade maior na quinta-feira, seu nome antigo é comunhão dos pré-santificados. A noite tradicionalmente é realizada a Procissão do Enterro. Algumas igrejas relembram as sete dores de Maria e encenam a descida da Cruz.</p>
<p align="justify"><strong>Sábado da Vigília ou Sábado da Aleluia      <br /></strong>É o dia que antecede a ressurreição de Jesus Cristo, dia dedicado à oração junto ao túmulo do Senhor Morto. Nesta noite, é celebrada a Vigília Pascal, a vigília de todas as vigílias. Nela acontece a benção do fogo novo, a Proclamação da Páscoa e a Renovação das Promessas do Batismo. Com o fogo novo se acende o Círio Pascal, que representa a vida nova em Jesus Cristo.</p>
<p align="justify"><strong>Domingo de Páscoa</strong>     <br />É o dia da ressurreição de Jesus e uma das comemorações mais importantes do cristianismo, que celebra a vida, o amor e a misericórdia de Deus. Este é o último dia do Tríduo Pascal e em muitos locais do mundo, nomeadamente no Brasil em muitas regiões de Portugal, marca o último dia da Semana Santa. </p>
<p align="justify">Vou ficando por aqui, meus queridos amigos e leitores, até a semana que vem!</p>
<p align="justify">Uma ótima semana e, se você for viajar, tome cuidado para aproveitar bem o feriadão!</p>
<p align="justify">Abraços!</p>
<p align="justify"><strong>Fontes de pesquisa referenciada:&#160; Wikipédia + sites diversos.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A palavra e o sil&#234;ncio</title>
		<link>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/03/23/a-palavra-e-o-silncio/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 15:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tatiana Monteiro - Interagindo]]></category>

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		<description><![CDATA[Se a palavra é de prata, o silêncio é de ouro!
Por Tatiana Monteiro em Interagindo
Olá queridos amigos e leitores do P&#38;V!
Obrigada a todos pelo carinho!
Ultimamente tenho trazido alegorias para expressar meus simples pensamentos, pois muitas vezes uma significativa imagem com uma frase se completam e todo um texto que não precisa ser escrito, apenas sentido.
Tenho andado em uma fase bem pensativa, então trago apenas mais uma imagem com um pensamento de Charles Chaplin, que diz muita coisa!
 
Abraços e até a próxima!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>Se a palavra é de prata, o silêncio é de ouro!</strong></p>
<p align="right"><em>Por <strong><a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/colunas/tatiana-monteiro/">Tatiana Monteiro</a></strong> em <strong><a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/category/colunas/tatiana-monteiro-interagindo/">Interagindo</a></strong></em></p>
<p align="justify">Olá queridos amigos e leitores do P&amp;V!</p>
<p align="justify">Obrigada a todos pelo carinho!</p>
<p align="justify">Ultimamente tenho trazido alegorias para expressar meus simples pensamentos, pois muitas vezes uma significativa imagem com uma frase se completam e todo um texto que não precisa ser escrito, apenas sentido.</p>
<p align="justify">Tenho andado em uma fase bem pensativa, então trago apenas mais uma imagem com um pensamento de <em>Charles Chaplin</em>, que diz muita coisa!</p>
<p align="center"><a href="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/03/chaplin.jpg"><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" title="chaplin" alt="chaplin" src="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/03/chaplin_thumb.jpg" width="580" height="337" /></a> </p>
<p align="justify">Abraços e até a próxima!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>M&#227;e &#233; sin&#244;nimo de amor&#8230;</title>
		<link>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/03/16/me-sinnimo-de-amor/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 15:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tatiana Monteiro - Interagindo]]></category>

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		<description><![CDATA[Porque sinônimo de amor é amar&#8230;
Por Tatiana Monteiro em Interagindo
 Olá, queridos amigos leitores e colunistas do P&#38;V, como estão?
Na semana anterior o P&#38;V passou uns dias sem atualização porque estávamos reestruturando alguns itens e preparando algumas novidades que aos poucos traremos aqui.
Como muitos sabemos a coluna Interagindo não se mantém num único tema, sempre procuro flexibilizar os assuntos e algumas vezes trazer algum escrito meu perdido por aqui.
Gosto de música, não nego, ela me faz viajar imensamente por todos os sentimentos possíveis dentro de mim e das pessoas que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>Porque sinônimo de amor é amar&#8230;</strong></p>
<p align="right"><em>Por <strong><a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/colunas/tatiana-monteiro/" target="_blank">Tatiana Monteiro</a></strong> em <strong><a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/category/colunas/tatiana-monteiro-interagindo/" target="_blank">Interagindo</a></strong></em></p>
<p align="justify"><a href="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/03/mae1.jpg"><img style="display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px" title="mae" alt="mae" align="left" src="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/03/mae_thumb1.jpg" width="297" height="226" /></a> Olá, queridos amigos leitores e colunistas do P&amp;V, como estão?</p>
<p align="justify">Na semana anterior o P&amp;V passou uns dias sem atualização porque estávamos reestruturando alguns itens e preparando algumas novidades que aos poucos traremos aqui.</p>
<p align="justify">Como muitos sabemos a coluna <em>Interagindo</em> não se mantém num único tema, sempre procuro flexibilizar os assuntos e algumas vezes trazer algum escrito meu perdido por aqui.</p>
<p align="justify">Gosto de música, não nego, ela me faz viajar imensamente por todos os sentimentos possíveis dentro de mim e das pessoas que amo.&#160; Na música busco as respostas para as quais muitas vezes não existem perguntas ou perguntas para as quais não existem respostas ou simplesmente não as cabem, pois muitas vezes apenas o silêncio de uma busca é capaz de mostrar o caminho.</p>
<p align="justify">Hoje amanheci ouvindo a música <em><strong>Sinônimos</strong></em>, de <em>Zé Ramalho</em>, e pensei em inúmeras coisas que a vida andou aprontando para o meu lado nos últimos tempos.</p>
<p align="justify">Uma vez li que <em>&quot;a saudade é tudo aquilo que fica daquilo que não ficou&quot;</em>, como se passássemos pela vida das pessoas, as deixássemos marcadas de alguma forma através da saudade e seguíssemos o caminho que nos foi designado.</p>
<p align="justify">Quantas vezes já ouvi que <em>&quot;os filhos são para o mundo&quot;</em>?</p>
<p align="justify">Aprendi a ser do mundo quando ainda nem tinha asas direito e ainda depois, com elas já grandes, senti o quantas vezes elas foram transpassadas pelos espinhos da vida, espinhos estes que inúmeras vezes alcançaram e fizeram sangrar meu coração, causando-me uma ferida muito maior e profunda.</p>
<p align="justify">Eu estou aqui, de braços e asas abertas, esperando você, para fazer o que tantas vezes fez comigo quando criança e hoje é o contrário&#8230;&#160; Deixe-me abraçar-lhe e cobrir-lhe com minhas asas para matar a saudade, o tempo urge e preciso continuar o caminho que apenas está começando segundo suas próprias palavras.</p>
<p align="justify">Dedico este post a todas as mães, de sangue ou não, que amam desmedida e incansavelmente os filhos do coração&#8230;&#160; Que os ama e respeita dentro de suas semelhanças e diferenças porque <em>&quot;o amor é feito de paixões e quando perde a razão não sabe quem vai machucar, quem ama nunca sente medo de contar o seu segredo, sinônimo de amor é amar&quot; </em>e jamais devemos julgar o livro pela capa<em>…</em></p>
<p align="justify">Aqui embaixo temos essa belíssima música que considero uma imensa lição de vida de composição de <em>Zé Ramalho</em>, um dos meus ídolos da música brasileira.</p>
<p align="justify">O que escrevi hoje pode ter sido sem pé e sem cabeça, mas corações que amam sabem muito bem o sentido de cada palavra aqui escrita&#8230;</p>
<p align="justify">Abraços e até a próxima!</p>
<p align="center"><object width="353" height="132"><embed src="http://www.goear.com/files/external.swf?file=3646e9a" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" quality="high" width="353" height="132"></embed></object></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Conjugando o verbo albergar</title>
		<link>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/03/02/conjugando-o-verbo-albergar/</link>
		<comments>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/03/02/conjugando-o-verbo-albergar/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 15:04:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tatiana Monteiro - Interagindo]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu albergo, tu albergas, eles albergam&#8230;  NÓS albergamos!
Por Tatiana Monteiro em Interagindo
Olá a todos os amigos do P&#38;V, como vão?
Espero que todos estejam bem, agradeço o carinho dos comentários dos sempre presentes por aqui!
Hoje resolvi pegar um gancho em um texto muito interessante que a Patrícia Garcia fez no Coordenadas turísticas aqui no P&#38;V &#8211; Albergues: custo reduzido e cultura enriquecida -, já que até mesmo nossa conversa no MSN resultou nesse próprio artigo.
Não vou me ater em seu conteúdo histórico, mas posso passar um pouco de minha experiência e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Eu albergo, tu albergas, eles albergam&#8230;  NÓS albergamos!</strong></p>
<p style="text-align: right;"><em>Por <a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/colunas/tatiana-monteiro/" target="_blank"><strong>Tatiana Monteiro</strong></a> em <a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/category/colunas/tatiana-monteiro-interagindo/" target="_blank"><strong>Interagindo</strong></a></em></p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-3168" href="http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/03/02/conjugando-o-verbo-albergar/maleta/"><img class="alignleft size-medium wp-image-3168" title="maleta" src="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/03/maleta-241x300.jpg" alt="" width="241" height="300" /></a>Olá a todos os amigos do P&amp;V, como vão?</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que todos estejam bem, agradeço o carinho dos comentários dos sempre presentes por aqui!</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje resolvi pegar um gancho em um texto muito interessante que a <a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/colunas/patricia-garcia/" target="_blank"><strong>Patrícia Garcia</strong></a> fez no <strong>Coordenadas turísticas</strong> aqui no P&amp;V &#8211; <a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/01/07/albergues-custo-reduzido-e-cultura-enriquecida/" target="_blank"><strong>Albergues: custo reduzido e cultura enriquecida</strong></a> -, já que até mesmo nossa conversa no MSN resultou nesse próprio artigo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não vou me ater em seu conteúdo histórico, mas posso passar um pouco de minha experiência e visão sobre o assunto, ainda mais que adoro albergar e sou alberguista de carteirinha há anos.</p>
<p style="text-align: justify;">A carteirinha tem validade de um ano após sua emissão, a nacional tem uma taxa de adesão de R$ 20,00 e a internacional no valor de R$ 40,00 (ideal para quem está com vontade de mochilar pelo globo terrestre), sempre renovável.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente as pessoas não fazem uma boa ideia quando comento que gosto de me alojar em albergues, logo pensam tudo, menos que o albergue, além de oferecer alojamento super em conta, é uma fonte de intercâmbio cultural e aprendizado.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde que saí de casa, primeiramente para estudar, comecei a aprender sobre a liberdade conjugada com a responsabilidade, até mesmo porque cheguei a morar em vaga (pensionato) para moças.  Mesmo que cada um tenha seu horário de aula (o meu estava sempre entre as 07 e 22h, curso integral com aulas distribuídas nos vários <em>campi</em>), ao sairmos, chegarmos, tínhamos o compromisso de, ao usar panelas, fogão, pratos e afins, deixar tudo organizado como encontrado antes.</p>
<p style="text-align: justify;">E é assim que funciona o albergue.  Normalmente eles possuem cozinhas equipadas para uso do alberguista.  É feito o uso de maneira livre, mas temos a responsabilidade de deixar tudo limpo.  Afinal, se pararmos para pensar, o que mais queremos é nossa casa toda limpinha e organizada, não é?  Então!  O albergue nada mais é do que a extensão da nossa casa, onde temos a liberdade de ir e vir e também nos responsabilizamos pelo o que está dentro dele em nossas mochiladas por aí.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-3159" href="http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/03/02/conjugando-o-verbo-albergar/014455-1244576173/"><img class="alignright size-medium wp-image-3159" title="014455-1244576173" src="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/03/014455-1244576173-300x287.jpg" alt="" width="158" height="152" /></a>Para os albergues serem filiados à rede é necessário que eles atendam a uma série de exigências da <a href="http://www.hihostels.com/" target="_blank"><strong>Rede Hostelling Internacional</strong></a>, que são regras a nível mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">Além delas, os albergues também possuem suas normas internas e é legal sabermos como elas funcionam:  horário de <em>check-in</em> / <em>check-out</em>, normas para saída norturna (contam com vigias noturnos e cada albergue tem sua norma de verificação do albergado para entrada durante a noite), alguns dispõem de internet (gratuita ou paga) e rede <em>wireless</em>, sala de convivência, <em>lockers</em> (alguns dispõem a chave de armários individuais &#8211; não a perca, leva uma multinha básica &#8211; e em outros devemos levar nosso próprio cadeado), dentre várias outras coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">O site <a href="http://www.albergues.com.br" target="_blank"><strong>http://www.albergues.com.br</strong></a> possui a lista de albergues cadastrados à rede no Brasil e no mundo, é ali sempre que tiro minhas dúvidas de alojamento para a cidade para a qual estarei me dirigindo.  É bom visitar o site do albergue em que se quer alojar, entrar em contato, seja por e-mail ou telefone, para tirar as dúvidas e também fazer a reserva com antecedência (principalmente em períodos de férias e feriados).</p>
<p style="text-align: justify;">Dicas de saída no lugar onde você está mochilando?  Ah, o pessoal do próprio albergue tem a maior experiência de falar de lugares bacanas para conhecer e indicar, além também do pessoal que está mochilando e que pode ser uma ótima companhia para ir à praia ou dar aquela andada básica pela cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse último período de 6 meses, mesmo durante algumas viagens de trabalho, alberguei.  Não nego que adoro essa dinâmica de estar em contato com vários povos, pois dependendo da cidade onde estamos ela tem uma grande quantidade de mochileiros vindos de fora do país.  No Rio de Janeiro e em São Paulo, por exemplo, tive oportunidade de treinar um pouco de inglês e espanhol, além de aprender coisas e costumes de países em que só lemos nos livros, assim como também pude mostrar um pouco do nosso diversificado Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Vou ficando por aqui, amigos, confesso que hoje é meu último dia e noite de mochila em minha albergada em <strong>São Vicente/SP </strong>-<strong> a primeira cidade do Brasil!</strong> &#8211; (ótimo lugar de praia, cachoeira, acampar e também pescar) e vou aproveitar ao máximo, levando as melhores lembranças daqui!</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de ir, uma curiosidade daqui de onde estou:  o lençol freático da Biquinha abastece o albergue e uma grande gama de lugares ao seu redor, mas historicamente falando tem um ponto culminante &#8211; o Pe. José de Anchieta fazia os batizados com a água desse mesmo lençol.  E é interagindo que se aprende mais!</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-3171" href="http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/03/02/conjugando-o-verbo-albergar/svh014e/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3171" title="svh014e" src="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/03/svh014e.jpg" alt="" width="550" height="380" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Abraços e até a próxima!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os verbos de ligação</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 14:20:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tatiana Monteiro - Interagindo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Tatiana Monteiro em Interagindo
Queridos amigos leitores do Intergindo e do P&#38;V, como estamos?
Semanalmente temos este encontro por aqui para falar sobre tudo, hoje trouxe aqui um artigo que tinha escrito para o PL falando sobre um livro muito interessante que li em minha adolescência, mas não apenas do livro em si.
Talvez, ao depararem-se com o título da postagem devem estar pensando que vou escrever sobre uma coisa extremamente chata da língua portuguesa: verbos, ainda mais os verbos de ligação!
Na verdade, é o contrário, vim falar sobre os verbos de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por <a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/colunas/tatiana-monteiro/" target="_blank"><strong>Tatiana Monteiro</strong></a> em <a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/category/colunas/tatiana-monteiro-interagindo/" target="_blank"><strong>Interagindo</strong></a></em></p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-3038" href="http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/02/23/os-verbos-de-ligacao/sete_faces/"><img class="alignleft size-full wp-image-3038" title="sete_faces" src="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/02/sete_faces.jpg" alt="" width="180" height="272" /></a>Queridos amigos leitores do Intergindo e do P&amp;V, como estamos?</p>
<p style="text-align: justify;">Semanalmente temos este encontro por aqui para falar sobre tudo, hoje trouxe aqui um artigo que tinha escrito para o PL falando sobre um livro muito interessante que li em minha adolescência, mas não apenas do livro em si.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez, ao depararem-se com o título da postagem devem estar pensando que vou escrever sobre uma coisa extremamente chata da língua portuguesa: verbos, ainda mais os <strong>verbos de ligação</strong>!</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, é o contrário, vim falar sobre os verbos de ligação através de uma coisa um tanto diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando eu estava na adolescência simplesmente era (continuo sendo) rato de bibilioteca e quis ilustrar dessa vez a coluna com um conto que li do Pedro Bandeira.</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, eu ainda tenho esse livro que se chama <strong><em>As sete faces da primeira vez</em></strong> e foi nele que li o conto que vou ilustrar e, quem sabe, brincar um pouco sobre ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Este livro foi lançado em 1992 pela <em>Editora Moderna</em>, numa coleção chamada <em>Veredas</em>. Ele tem as sete “faces” da vida adolescente: fala sobre o primeiro beijo, o primeiro amor, a primeira desilusão amorosa, o primeiro amigo, a primeira morte na família, o primeiro inimigo, o primeiro emprego. São sete autores, sete contos diferentes&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos então ao que interessa e o tema que escolhi justamente para falar é sobre o primeiro amor, que é o conto de Pedro Bandeira.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa história fala da vida de quatro meninas que, embaladas pelas festinhas de sábado à noite, procuram ao máximo ficar com os meninos da escola para depois repassarem entre si os momentos mais envolventes, num ritmo de gostosa fofoca. Todas são bastante experientes, menos a introspectiva Marina que, nova na trupe, ainda não se habituou ao fulgor das outras e nunca experimentou ficar com alguém. As outras, num primeiro momento surpresas, decidem, então, lançá-la nos braços do mais novo galã da escola, amante do violão e transferido de uma cidade do interior, iniciando-a nas artes da paquera, ignorantes do fato de que esse mesmo rapaz já esquentara o coração de Marina. No apartamento de uma delas, tudo é arranjado: a roupa mais legal, a música mais romântica, o clima mais agradável. O coração da pobre Marina dando sobressaltos e suas amigas, empolgadas, marcando o lanche num bar ali perto, esperando o fim da ficada para saberem de tudo. Enfim, o rapaz, Renato, chega, e os dois, na penumbra gostosa daquele fim de tarde de inverno, com aquela música suave ao fundo, vão se descobrindo em carícias, até que, num sobressalto, Marina breca tudo e foge, entre atarantada e envergonhada, para incógnita de Renato e das meninas.</p>
<p style="text-align: justify;">O comportamento de Marina assombra a todos eles, mas a faz refletir em seu coração a profundidade do seu sentimento por Renato, descobrindo em si a pureza de um amor que deseja não uma ficada, mas uma entrega total e resoluta. Renato, para quem aquela quase-ficada deveria ser esquecida, assusta-se pelo fato de Marina não sair de seu pensamento. Procurando-a, descobre nela a sinceridade do afeto e indaga-lhe seu segredo. Ela, sacando de uma gramática, ensina-lhe a sabedoria dos verbos de ligação.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem não gosta muito de gramática é bom relembrarmos o que são os verbos de ligação. Estes são os que ligam o sujeito da frase a uma palavra que lhe qualifica, indicando um estado ou uma característica que lhe são próprios. Tal palavra é o predicativo do sujeito. A grandiosidade do conto reside quando fazemos o paralelo dele com a afetividade dos adolescentes de hoje, marcada pelo “ficar”, pelo transitório, pelo descartável, profundamente deslocada e fonte de inúmeras feridas. Tomando ao pé da letra, poderíamos expor, à luz do ensinamento gramático acima, a teoria do relacionamento ideal para os jovens de hoje. O sujeito, ou melhor, os sujeitos (haja vista que, no namoro, o sujeito é composto) são aqueles que encontram entre si afinidades bastantes para ficarem juntos, a ponto de iniciar uma relação. O predicativo seria, como já dito, aquilo que os qualifica.</p>
<p style="text-align: justify;">Marina, apresentando a gramática a Renato, diz que não deseja apenas ficar com ele, mas ser dele, estar com ele, parecer ser dele, permanecer com ele, continuar com ele&#8230; Usando, enfim, de todos os verbos de ligação, mostra a via estreita do verdadeiro amor, que deve ser alicerçada na verdade e na busca do verdadeiro sentido da afetividade.</p>
<p style="text-align: justify;">E Renato, depois da exposição de Marina, o que fez? Ligou para ela no dia seguinte, a voz ainda indecisa, dizendo: <em>“Eu… queria&#8230; Eu queria serespaperconfi com você&#8230;”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Acima já temos ideia do “serespaperconfi”, mas então vamos agora fixar melhor o tema então.</p>
<p style="text-align: justify;">O que significa <strong>serespaperconfi</strong>?</p>
<p style="text-align: justify;">Creio que se eu fosse me declarar para alguém, eu usaria justamente essa história e ainda complementaria fazendo o paralelo dos verbos de ligação, explicando cada parte dessa “nova” palavra: e<em>u quero <strong>SER</strong> sua, <strong>ES</strong>tar com você, <strong>PA</strong>recer estar com você, <strong>PER</strong>manecer com você, <strong>CON</strong>tinuar com você, <strong>FI</strong>car com você.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Assim como este conto encanta pela sua originalidade, com certeza nos remete a isso: um pouco de romantismo em meio a algum assunto chato.</p>
<p style="text-align: justify;">Descobrimos então, mais do que nunca, que os verbos de ligação podem se tornar elos de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero não ter sido chata com esse conto, mas achei legal parar e analisar um pouco o nosso português com a nossa vida real.</p>
<p style="text-align: justify;">Até a próxima!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Olha nos meus olhos, esquece o que passou&#8230;</title>
		<link>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/02/16/olha-nos-meus-olhos-esquece-o-que-passou/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 20:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tatiana Monteiro - Interagindo]]></category>

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		<description><![CDATA[Seja sempre meu melhor presente 
Por Tatiana Monteiro em Interagindo
 Olá, queridos amigos e leitores do P&#38;V, como vão?
Gostaria primeiramente de agradecer carinhosamente os comentários de todos, ando um tanto enrolada para responder, mas nunca me esqueço do carinho que vocês sempre deixam para mim por aqui.
Hoje eu estava vendo no youtube uma montagem com uma música que adoro demais.&#160; Então, o título aqui em cima é um dos versos da versão em português, cantada por Verônica Sabino e Emílio Santiago, de uma das músicas que se chama All ask ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>Seja sempre meu melhor presente</strong> </p>
<p align="right"><em>Por <strong><a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/colunas/tatiana-monteiro/" target="_blank">Tatiana Monteiro</a></strong> em <strong><a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/category/colunas/tatiana-monteiro-interagindo/" target="_blank">Interagindo</a></strong></em></p>
<p align="justify"><a href="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/02/phantom_opera.jpg"><img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="phantom_opera" border="0" alt="phantom_opera" align="left" src="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/02/phantom_opera_thumb.jpg" width="279" height="261" /></a> Olá, queridos amigos e leitores do P&amp;V, como vão?</p>
<p align="justify">Gostaria primeiramente de agradecer carinhosamente os comentários de todos, ando um tanto enrolada para responder, mas nunca me esqueço do carinho que vocês sempre deixam para mim por aqui.</p>
<p align="justify">Hoje eu estava vendo no youtube uma montagem com uma música que adoro demais.&#160; Então, o título aqui em cima é um dos versos da versão em português, cantada por <em>Verônica Sabino</em> e <em>Emílio Santiago</em>, de uma das músicas que se chama <em><strong>All ask of you</strong></em>, trazudida como <strong><em>Tudo o que se quer</em></strong>, do musical <em><strong>O Fantasma da Ópera</strong></em>.</p>
<p align="justify">Vocês conhecem o musical <strong><em>O Fantasma da Ópera</em></strong>? <em>Andrew Lloyd Webber</em> é um compositor e produtor musical britânico, oriundo de uma família de músicos, e por muitos considerado um dos compositores teatrais de maior renome do fim do século XX.&#160; É autor de obras que mantiveram com grande êxito tanto na Broadway, durante a sua carreira, produziu quinze musicais, dois filmes, entre outras obras, tendo acumulado ainda um número de honras e prêmios, incluindo sete Tony Awards, três Grammy Awards, um Oscar, um International Emmy, seis Olivier Awards, e um Golden Globe Award; várias das suas músicas, notavelmente &quot;I Don&#8217;t Know How to Love Him&quot; de Jesus Christ Superstar, &quot;Don&#8217;t Cry for Me, Argentina&quot;, de Evita, &quot;Memory&quot; de Cats, e &quot;The Music of the Night&quot; de O Fantasma da Ópera tomaram grande amplitude e reconhecimento mundial.</p>
<p align="justify">Mas&#8230; </p>
<p align="justify"><strong><em>O Fantasma da Ópera</em></strong> &#8211; <em><strong>Le Fantôme de l&#8217;Opéra</strong></em> &#8211; é uma novela francesa escrita por <em>Gaston Leroux</em> (a obra <em><strong>O Fantasma da Ópera</strong></em> que o tornou imortal, tendo sido publicada em 1911. Curiosamente, nas primeiras semanas foi ignorada pelo público. A obra foi escrita depois de Leroux ter visitado a Ópera de Paris e ter conhecido o seu lago subterrâneo, que realmente existe e quase se perder no labirinto de portas e escadas que é esse teatro, inspirada na novela Trilby de George du Maurier. Publicada em 1910 pela primeira vez, foi desde então adaptada inúmeras vezes para o cinema e atuações de teatro, atingindo o seu auge ao ser adaptada para a Broadway, por <em>Andrew Lloyd Webber</em>, <em>Charles Hart</em> e <em>Richard Stilgoe</em>. O espetáculo bateu o recorde de permanência na Broadway &#8211; superando Cats -, e continua em palco até hoje desde a estreia em 1986) e é o musical mais visto de sempre, visto por mais 100 milhões de pessoas, e também a produção de entretenimento com mais sucesso que alguma vez existiu, fazendo 5 bilhões de dólares.</p>
<p align="justify">O musical narra a história de uma bela soprano, <em>Christine Daaé</em>, que passa a ser a misteriosa obsessão de um gênio musical conhecido como <em>O Fantasma da Ópera</em>, já que ninguém o vê nem sabe quem é.</p>
<p align="justify">Vamos conhecer quem é quem, mesmo wikipediando um pouco:    <br /><strong>- O Fantasma da Ópera</strong> (tenor / barítono) &#8211; Nasceu com uma deformidade parcial no rosto, o Fantasma é um gênio compositor, músico e, por vezes, um mágico, que se esconde por detrás de uma máscara branca e é conhecida pelos administradores e atores da ópera como o &quot;Opera Ghost&quot;;     <br /><strong>- Christine Daaé</strong> (soprano) &#8211; Uma garota sueca, bailarina e cantora do coro do &quot;Opera Populaire&quot;. Embora talentosa, ela precisava de prática até o Fantasma leva-la sob a sua asa e ensina-la a cantar;     <br /><strong>- Raoul, Visconde de Chagny</strong> (barítono / tenor) &#8211; O patrono do &quot;Opera Populaire&quot; e amor de infância de Christine;     <br /><strong>- Carlotta Giudicelli</strong> (soprano) &#8211; A arrogante diva da Ópera, terá muito ciúmes de Christine após seu grande sucesso;     <br /><strong>- Madame Giry </strong>(mezzo-soprano) &#8211; A amante do balé da Ópera, e &quot;porta-voz&quot; do Fantasma;     <br /><strong>- Meg Giry</strong> (mezzo-soprano) &#8211; A filha de Madame Giry, um membro do balé e do coro, melhor amiga de Christine;     <br /><strong>- Monsieur Richard Firmin</strong> (barítono) &#8211; O ranzinza administrador do &quot;Opera Populaire&quot;;     <br /><strong>- Monsieur Gilles André</strong> (barítono) &#8211; O leviano administrador do &quot;Opera Populaire&quot;;     <br /><strong>- Ubaldo Piangi</strong> (tenor) &#8211; O líder dos tenores da Ópera , marido de Carlotta Giudicelli;     <br /><strong>- Joseph Buquet</strong> (barítono / baixo) &#8211; O chefe da Opéra Stagehand, sabe alguma coisa sobre a identidade do fantasma. </p>
<p align="justify">Sinceramente fica aqui a dica desse musical que marcou e ainda marca muitas gerações! </p>
<p align="justify">Para baixar o filme, legendado, clique <strong><a href="http://www.baixaroudownload.com/2007/06/o-fantasma-da-pera.html" target="_blank">aqui</a></strong>, essa é a versão de 2004. </p>
<p align="justify">Para baixar o CD completo clique <strong><a href="http://www.musicgratis.org/trilha-sonora-do-filme-o-fantasma-da-opera" target="_blank">aqui</a></strong> (tudo hospedado no servidor do Rapidshare). </p>
<p align="justify">São links disponibilizados na web e que podem expirar a qualquer tempo =) </p>
<p align="justify">Sobre o subtítulo eu só gostaria de deixar um pequeno adendo:&#160; <strong>quero que realmente VOCÊ seja meu melhor presente!</strong></p>
<p align="justify">Bom divertimento e até a próxima, amigos!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Viver I</title>
		<link>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/02/09/viver-i/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 20:36:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tatiana Monteiro - Interagindo]]></category>

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		<description><![CDATA[Porque sonhos foram feitos para serem realizados e não para ficarem estagnados no papel
Por Tatiana Monteiro em Interagindo
E que essa música do Guilherme Arantes, Brincar de viver, que embalou minha infância no especial Plunct, Plact, Zum continue sendo o hino de muitas gerações:
E eu desejo amar
A todos que eu cruzar
Pelo meu caminho
Como sou feliz
Eu quero ver feliz
Quem andar comigo
Vem&#8230;

Aos amigos que acreditam em mim, seja em questão pessoal e profissional, fica aqui registrado todo o meu carinho, amor, afeto e amizade eternos, porque, como disse Raul Seixas, sonho que se sonha ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>Porque sonhos foram feitos para serem realizados e não para ficarem estagnados no papel</em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><em>Por <strong><a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/colunas/tatiana-monteiro/" target="_blank">Tatiana Monteiro</a></strong> em <strong><a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/category/colunas/tatiana-monteiro-interagindo/" target="_blank">Interagindo</a></strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">E que essa música do <em>Guilherme Arantes</em>, <em><strong>Brincar de viver</strong></em>, que embalou minha infância no especial <em><strong>Plunct, Plact, Zum</strong></em> continue sendo o hino de muitas gerações:</p>
<p style="text-align: center;"><em>E eu desejo amar<br />
A todos que eu cruzar<br />
Pelo meu caminho<br />
Como sou feliz<br />
Eu quero ver feliz<br />
Quem andar comigo<br />
Vem&#8230;</em></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2796" href="http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/02/09/viver-i/sonho_encantado1/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2796" title="sonho_encantado1" src="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/02/sonho_encantado1.jpg" alt="" width="540" height="394" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Aos amigos que acreditam em mim, seja em questão pessoal e profissional, fica aqui registrado todo o meu carinho, amor, afeto e amizade eternos, porque, como disse <em>Raul Seixas</em>, <strong><em>s</em></strong><strong><em>onho que se sonha só é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade</em></strong><em><strong>!</strong></em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/02/09/viver-i/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>02 de fevereiro</title>
		<link>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/02/02/02-de-fevereiro/</link>
		<comments>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/02/02/02-de-fevereiro/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 20:39:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tatiana Monteiro - Interagindo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Minha jangada vai sair pro mar, vou trabalhar, meu bem querer&#8230;&#8221;
Por Tatiana Monteiro em Interagindo
Olá, queridos amigos do P&#38;V, como vamos?
Agradeço enormemente os comentários de todos e novamente peço desculpas por eu não respondê-los, pois o tempo anda corrido, mas sempre estou lendo, analisando e procurando aprimorar mais nosso cantinho!
A pergunta sobre o tema de hoje pode ser controversa&#8230;
Sim, hoje é dia 02 de fevereiro.
Como muitos sabem, adoro valer-me de músicas para transmitir mensagens sobre os textos que escrevo ou procurar trazer enriquecimento cultural para nosso dia a dia.
No Brasil ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>&#8220;Minha jangada vai sair pro mar, vou trabalhar, meu bem querer&#8230;&#8221;</em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><em>Por <strong><a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/colunas/tatiana-monteiro/" target="_blank">Tatiana Monteiro</a></strong> em <strong><a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/category/colunas/tatiana-monteiro-interagindo/" target="_blank">Interagindo</a></strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2651" href="http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/02/02/02-de-fevereiro/iemanja/"><img class="alignleft size-medium wp-image-2651" title="iemanja" src="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/02/iemanja-243x300.jpg" alt="" width="243" height="300" /></a>Olá, queridos amigos do P&amp;V, como vamos?</p>
<p style="text-align: justify;">Agradeço enormemente os comentários de todos e novamente peço desculpas por eu não respondê-los, pois o tempo anda corrido, mas sempre estou lendo, analisando e procurando aprimorar mais nosso cantinho!</p>
<p style="text-align: justify;">A pergunta sobre o tema de hoje pode ser controversa&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, hoje é dia 02 de fevereiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Como muitos sabem, adoro valer-me de músicas para transmitir mensagens sobre os textos que escrevo ou procurar trazer enriquecimento cultural para nosso dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil de todos os credos,<em><strong> &#8220;dois de fevereiro é dia de Iemanjá&#8221;</strong></em><strong> [1]</strong> pelo credo afro-brasileiro, em sincronia com o catolicismo temos que na mesma data comemoramos <em><strong>Nossa Senhora da Luz, Nossa Senhora da Candelária, Nossa Senhora das Candeias ou ainda Nossa Senhora da Purificação</strong></em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo <strong>Jorge Amado</strong>, <em>&#8220;Iemanjá, rainha do mar, é também conhecida por dona Janaína, Inaê, Princesa de Aiocá e Maria, no paralelismo com a religião católica. Aiocá é o reino das terras misteriosas da felicidade e da liberdade, imagem das terras natais da África, saudades dos dias livres na floresta&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra festa importante dedicada a Iemanjá ocorre durante a passagem de ano no Rio de Janeiro. Milhares de pessoas comparecem e depositam no mar oferendas para a divindade. A celebração também inclui o tradicional &#8220;banho de pipoca&#8221; e as sete ondas que os fiéis, ou até mesmo seguidores de outras religiões, pulam como forma de pedir sorte à Orixá.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma outra música que faz alusão à Rainha do Mar, <em><strong>Unicamente</strong></em>, da <em>Deborah Blando</em>, diz assim (você pode ouvir a música no player logo abaixo):</p>
<p style="text-align: center;"><em>Raiou o sol,<br />
Olha o mar que alegria,<br />
Sentir você<br />
É viver em harmonia&#8230;<br />
Eu vou buscar<br />
Pedras brancas pra te dar,<br />
Linda sereia,<br />
Odoia Yemanjá!</em></p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="353" height="132" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.goear.com/files/external.swf?file=185fd89" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="quality" value="high" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="353" height="132" src="http://www.goear.com/files/external.swf?file=185fd89" quality="high" wmode="transparent"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2654" href="http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/02/02/02-de-fevereiro/n_sra_das_candeias/"><img class="alignright size-medium wp-image-2654" title="n_sra_das_candeias" src="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/02/n_sra_das_candeias-232x300.jpg" alt="" width="232" height="300" /></a>A origem da devoção à Senhora da Luz tem os seus começos na festa da apresentação do Menino Jesus no Templo e da purificação de Nossa Senhora, quarenta dias após o seu nascimento. De acordo com a tradição mosaica, as parturientes, após darem à luz, ficavam impuras, devendo inibir-se de visitar ao Templo até quarenta dias após o parto; nessa data, deviam apresentar-se diante do sumo-sacerdote a fim de apresentar o seu sacrifício (um cordeiro e duas pombas ou duas rolas) e assim purificar-se. Desta forma, José e Maria apresentaram-se diante de Simeão para cumprir o seu dever, e este, depois de lhes ter revelado maravilhas acerca do filho que ali lhe traziam, teria-lhes dito: <em>&#8220;Agora, Senhor, deixa partir o vosso servo em paz, conforme a Vossa Palavra. Pois os meus olhos viram a Vossa salvação que preparastes diante dos olhos das nações: Luz para aclarar os gentios, e glória de Israel, vosso povo&#8221;</em> (Lucas, 2, 29-33).</p>
<p style="text-align: justify;">Com base na festa da Apresentação de Jesus / Purificação da Virgem, nasceu a festa de Nossa Senhora da Purificação; do cântico de São Simeão (conhecido pelas suas primeiras palavras em latim: o <em>Nunc dimittis</em>), que promete que Jesus será a luz que irá aclarar os gentios, nasce o culto em torno de Nossa Senhora da Luz / das Candeias / da Candelária, cujas festas eram geralmente celebradas com uma procissão de velas, a relembrar o fato.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossa Senhora da Luz era tradicionalmente invocada pelos cegos (como afirma o Padre António Vieira no seu Sermão do Nascimento da Mãe de Deus: <em>&#8220;Perguntai aos cegos para que nasce esta celestial Menina, dir-vos-ão que nasce para Senhora da Luz [...]&#8220;</em>), e tornou-se particularmente cultuada em Portugal a partir do início do século XV; segundo a tradição, deve-se a um português, Pedro Martins, muito devoto de Nossa Senhora, que descobriu uma imagem da Mãe de Deus por entre uma estranha luz, no sítio de Carnide, no termo de Lisboa. Aí se fundou de imediato um convento e igreja a ela dedicada, que conheceu grande incremento devido à acção mecenática da Infanta D. Maria, filha de D. Manuel I e sua terceira esposa, D. Leonor de Áustria.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir daí, a devoção à Senhora da Luz cresceu, e com a expansão do Império Português, também se dilatou pelas regiões colonizadas, com especial destaque para o Brasil, onde é a santa padroeira da cidade de Curitiba, capital do Paraná (veja-se a lenda de Nossa Senhora da Luz), Guarabira/PB, Pinheiro Machado/RS, Itu/SP, ou ainda Corumbá/MS. Em Juazeiro do Norte, Ceará, ocorre todos os anos uma grande romaria em sua homenagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>&#8220;A voz da fé é a sombra que te guia&#8221;</strong></em>, seja sempre ela, a <strong>fé</strong>, independente de credo, religião, que nos guie!</p>
<p style="text-align: justify;">Até o nosso próximo <em><strong>Interagindo</strong></em>, amigos do P&amp;V!</p>
<p style="text-align: justify;">Se quiserem sugerir algum assunto fiquem à vontade!</p>
<p style="text-align: center;">. . .</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para ler um pouquinho mais:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[1] <a href="http://vagalume.uol.com.br/olodum/canto-ao-pescador.html" target="_blank">Canto ao pescador</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O vaso e o artista: o quadro</title>
		<link>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/01/26/o-vaso-e-o-artisto-o-quadro/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 20:46:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tatiana Monteiro - Interagindo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Mas agora, ó Senhor, tu és o nosso Pai; nós somos o barro, e tu o nosso oleiro; e todos nós obra das tuas mãos&#8221; (Isaías 64.8)
Por Tatiana Monteiro em Interagindo
Olá, amigos leitores do P&#38;V, como vão?
Gostaria imensamente de agradecer o carinho dos comentários de todos vocês, eu sempre os leio, mas ando sem muito tempo para responder, mas quero que saibam que todos os comentários ficam em meu coração sem dúvida alguma!
O texto do Interagindo hoje está mais para uma reflexão pessoal que andei fazendo, principalmente de uns dois ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>&#8220;Mas agora, ó Senhor, tu és o nosso Pai; nós somos o barro, e tu o nosso oleiro; e todos nós obra das tuas mãos&#8221; (Isaías 64.8)</em></strong></p>
<p style="text-align: right;"><em>Por <strong><a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/colunas/tatiana-monteiro/" target="_blank">Tatiana Monteiro</a></strong> em <strong><a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/category/colunas/tatiana-monteiro-interagindo/" target="_blank">Interagindo</a></strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-2423" href="http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/01/26/o-vaso-e-o-artisto-o-quadro/sandra_vaso_1/"><img class="alignleft size-medium wp-image-2423" title="sandra_vaso_1" src="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/01/sandra_vaso_1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Olá, amigos leitores do P&amp;V, como vão?</p>
<p style="text-align: justify;">Gostaria imensamente de agradecer o carinho dos comentários de todos vocês, eu sempre os leio, mas ando sem muito tempo para responder, mas quero que saibam que todos os comentários ficam em meu coração sem dúvida alguma!</p>
<p style="text-align: justify;">O texto do <em>Interagindo</em> hoje está mais para uma reflexão pessoal que andei fazendo, principalmente de uns dois dias para cá.  Durante a ida e a volta ao meu médico hoje também pensei em muitas coisas enquanto a imagem do quadro vinha em minha cabeça incessantemente.</p>
<p style="text-align: justify;">O que será que essa imagem queria dizer repetidamente em mim?</p>
<p style="text-align: justify;">Há alguns anos digo que <em>&#8220;vaso ruim não quebra, só arranha, e assim eu tenho muitos arranhões e cicatrizes&#8221;</em>.  Mas não é essa a questão que vou levantar e analisar aqui e sim uma outra que está passando pela minha cabeça:  o vaso e o artista, independente de gênero homem-mulher.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem é o oleiro?  É o fabricante de objetos de barro (louças, telhas, tijolos etc.), aquele que trabalha em olaria.</p>
<p style="text-align: justify;">Na passagem bíblica acima destacada (não farei discurso bíblico, apenas uma complementação em relação a essa obra de arte que aqui está presente na página) temos que somos o barro e que Deus é o nosso oleiro, logo somos obra das mãos d&#8217;Ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Deus não faz vasos ruins como eu vivo dizendo há tantos anos em minha vida, onde eu apenas tenho arranhões e cicatrizes.  Como o bom oleiro, Ele dá a forma, vê muitas vezes que não está ficando bom e recomeça todo o trabalho.  Todo oleiro tem a sua função de fazer a mais perfeita obra saindo de suas mãos, é o seu trabalho mais ímpar e perfeito.  Seu ápice é o vaso pronto, independente dos machucados em suas mãos que podem incorrer no processo da olaria.</p>
<p style="text-align: justify;">Ambos, vaso e oleiro se machucam, mas são obras que se complementam.  Dar vida ao barro e vê-lo formado é a recompensa das mãos doloridas de quem trabalha para que o resultado alcançado seja satisfatório.  O sorriso em seu rosto, mesmo com suas mãos calejadas, demonstra que alcançou o resultado que almejava:  uma obra perfeita.</p>
<p style="text-align: justify;">Deus é o oleiro e nós somos os vasos d&#8217;Ele, portanto, se assim Ele me fez, por que eu haveria de ser um vaso ruim?  Se eu o fosse, Ele teria quebrado esse vaso e nem tentado reconstituí-lo para fazer de mim o que hoje sou, sou obra da mão do Altíssimo, independente de credo religioso.  Foi Ele quem me criou, me moldou e me deixou pronta para fazer minhas pinturas externas, elas são adquiridas no decorrer da minha vida.  A responsabilidade de criar o vaso foi d&#8217;Ele e a responsabilidade de continuar a função da pintura externa (vida) é minha.</p>
<p style="text-align: justify;">E ninguém melhor para representar nesse momento as pinturas internas essa amiga a quem tenho tanto carinho e respeito, ela que pintou esse quadro belíssimo à vista de mais de 3.000 pessoas ao vivo em São Paulo durante quatro dias, intitulado de <em>&#8220;Vaso na mão do Oleiro&#8221;</em>.  Sendo assim, <em><strong>Sandra Cajado</strong></em>, também um vaso moldado carinhosamente pela mão do Oleiro Maior, fez que seus pinceis escorregassem uma obra-prima diante dos olhos de uma multidão que acompanhava o evento, ela é a artista que moldou o novo vaso, o vaso do amor à arte, à arte plástica.</p>
<p style="text-align: justify;">Fica aqui meu carinho e admiração pela amiga, um dos vasos da mão do Oleiro inconstestavelmente fantástico, que faz nascer esperança nos olhos de quem tinha se esquecido de que a vida é feita de altos e baixos.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou um vaso, você também, se aqui estamos é porque fomos modelados e remodelados para estarmos presentes no mundo.  Que tal deixarmos para posteridade algo que nos foi designado pelo Oleiro que nos criou:  o amor?</p>
<p style="text-align: left;">Abraços e até a próxima!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>EGA</title>
		<link>http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/01/19/ega/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 20:34:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Monteiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tatiana Monteiro - Interagindo]]></category>

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		<description><![CDATA[O papel não é uma morte, mas é uma cama, confortável demais para os meus textos.
(Karla Jacobina)
Por Tatiana Monteiro em Interagindo
Olá, queridos amigos leitores do P&#38;V!
A arte é uma vertente que dá milhares de voltas enquanto o planeta busca respostas complexas dentro de sua rotação e translação latentes todos os dias.
Em agosto de 2009 tive a grata satisfação de noticiar através da versão anterior a essa do P&#38;V sobre o lançamento do livro de uma amiga muito, muito querida para mim:  Karla Jacobina.  Eu não poderia deixar de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><strong>O papel não é uma morte, mas é uma cama, confortável demais para os meus textos.<br />
(Karla Jacobina)</strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Por <strong><a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/colunas/tatiana-monteiro/" target="_blank">Tatiana Monteiro</a></strong> em <strong><a href="http://prosaemverso.com.br/index.php/category/colunas/tatiana-monteiro-interagindo/" target="_blank">Interagindo</a></strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a rel="attachment wp-att-2203" href="http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/01/19/ega/capa-ega1/"><img class="alignleft size-full wp-image-2203" title="capa-ega1" src="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/01/capa-ega1.jpg" alt="" width="200" height="305" /></a>Olá, queridos amigos leitores do P&amp;V!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A arte é uma vertente que dá milhares de voltas enquanto o planeta busca respostas complexas dentro de sua rotação e translação latentes todos os dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Em agosto de 2009 tive a grata satisfação de noticiar através da versão anterior a essa do P&amp;V sobre o lançamento do livro de uma amiga muito, muito querida para mim:  <strong>Karla Jacobina</strong>.  Eu não poderia deixar de recompilar o artigo e deixar marcado aqui novamente no P&amp;V que ela tanto ama a importância dela na cultura nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Karla possui múltiplos talentos:  advogada, escritora, poeta, atriz, dançarina e apresentadora de TV.  É alguém que respira, inspira e transpira a arte, é arteira, é artista.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Karla Jacobina</strong> é poetisa desde que se entende por gente e seu plano para o futuro é continuar sendo até morrer de velha.  Bicho-do-mato-grosso domesticado por São Paulo.  Bacharel em Direito, mas esse é um segredo que pretende não deixar para inventário, pois levará para o túmulo.  Filha adotada de Iemanjá, Odo-Iyá!  Morou a vida em apartamentos, razão de suas habituais infiltrações.  Poderia ser claustrofóbica, mas aprendeu antes do medo a desenhar linhas de chegada.  Caju mancha e mentira também.  É míope, um e vinte e cinco de cada lado, mas enxerga através de lente de contato comprada lhe deixa cega.  Dança é uma faísca que escapa dela.  Poesia é outra </em>(extraído da abertura de seu site)<em>.</em></p>
<p style="text-align: justify;">No dia 14/08/2009, no Boteco do Samba, na bela capital paulista, ela lançou seu livro intitulado <strong>EGA – o que nem Freud explica</strong>.  De quebra presenteou o público com a estreia de seu stand-up rosa-choque, cujos textos e roteiro são de sua autoria.</p>
<p style="text-align: justify;">A versatilidade da autora fez sua transformação em <strong>EGA</strong>, uma coisa que Freud não entende e só a poesia explica.  Explica minuciosamente nesse livro recheado de poemas, crônicas e contos, sim&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Transcrevendo uma parte do release prévio de seu lançamento temos um pouco mais em detalhes o livro:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Este livro não pretende ser uma espécie de <strong>Miss M</strong> que desvendará os segredos das mulheres em um passe de página. As páginas deste livro valem como ingressos para um grande espetáculo e ingresso não explica, convida. Então, os leitores estão convidados a ingressar por esse amontoado de poemas, crônicas e contos que variam em um degradê vermelho ao rosa-calcinha.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Karla Jacobina se fez em muitas para falar de uma coisa só: Ega, coisa que Freud não entende e que só a poesia explica.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>O mundo gira em torno da economia e a economia gira em torno das mulheres. As mulheres são o ápice da cadeia econômica, mas admitir isso seria uma crise.  Os homens só poderão compreender as mulheres no dia em que aceitarem a possibilidade de que dois mais dois não é quatro, é Um lugar chamado Nothing Hill e que a soma dos quadrados dos catetos não é igual a nada, porque somar é algo incomparável.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Através das entrelinhas das linhas das mãos cujas pontas dos dedos delinearam esse livro que vale a pena ser lido, relido, simplesmente degustado, temos Karla.  Seus pés, incansáveis companheiros de alma que buscam incessantemente um caminho em meio a uma estrada (ou uma estrada em meio a um caminho?), protagonizam sua escalada rumo a um apogeu mais do que literário, a realização pessoal pautada no sorriso sincero de uma conquista única.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2204" href="http://prosaemverso.com.br/index.php/2010/01/19/ega/karla-ega-2/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2204" title="karla-ega-2" src="http://prosaemverso.com.br/wp-content/uploads/2010/01/karla-ega-2.jpg" alt="" width="580" height="435" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Ela estava dentro de um vestido vermelho de costas nuas, mas seu talento não cabia no salão da casa de samba da cantora Simone. Karla Jacobina realizou o lançamento do seu livro <strong>EGA &#8211; o que nem Freud explica</strong> em uma casa de samba, no bairro do Bixiga. Alertando a todos que naquela noite até Freud cairia no terecoteco, a escritora, roteirista e atriz fez o lançamento de seu livro dar samba na última sexta-feira (14/08) em São Paulo.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Recepcionou seus convidados com entusiasmo, dentre eles, leitores, fãs e amigos. Às 21hs, com a casa de capacidade para 240 pessoas sem cadeiras vazias, ela entrou em cena, do meio da plateia gritando &#8220;calcinhas no poder&#8221;, tirou uma tanga cor-de-rosa do decote, com quem dividiu a cena de seu primeiro monólogo. Um dos monólogos mais conhecidos da escritora &#8220;O que as mulheres querem?&#8221; arrancou muitos risos da platéia e depositou muitas fichas nas cucas de homens e mulheres. Ao final do monólogo, Marcelo Ferrari complementou a esquete com uma música inédita e pra lá de inusitada: &#8220;Ninguém tem poder maior/ um milímetro sequer/ ninguém tem poder maior/ que a bunda da mulher&#8221; (refrão).</em></p>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Na sequência Karla deu sopro de vida a mais 4 monólogos, dentre eles a divertidíssima Maria Isabel. Na apresentação &#8220;Por que elas preferem os cafajestes&#8221; ela revelou não só este segredo feminino, como também a habilidade que possui em danças sensuais. Egos e egas foram ao delírio.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Ao final, Karla Jacobina, vestida de si mesma fez seus agradecimentos em forma de oração. Como nunca escondeu seu carinho pela Umbanda, iniciou saravando a si mesma, dizendo que desde pequena, sempre ofereceu o primeiro pedaço de bolo pra ela. Partiu saravando grandes mulheres como Eva, Medéia, Capitu, Macabéa. Saravou Freud dando gargalhadas e depois, saravou cada um de seus parceiros, patrocindores e pessoas queridas.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Karla Jacobina usou a comédia para falar aos risos de dramas femininos. Alguns fãs se emocionaram com o desfeche do espetáculo, em que interpretou descalça o seu poema &#8220;Mulher Maravilha&#8221; que termina com o verso &#8220;o intuito era continuar sendo mulher/mesmo quando a maravilha fosse embora&#8221;. Naquela noite, Karla emprestou sua voz para todas as mulheres silenciadas pelos rótulos que falam por elas.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>A autora acomodou seus poemas em um livro de bolsa, intercalado por crônicas, contos e poesias de maneira bastante atrativa. O livro inicia venenoso e no andar das páginas a autora entrega o antídoto ao leitor. A linguagem usada é a poesia moderna, com direito a um show de metáforas, aliterações e absurdos. Karla Jacobina não escreve, ela escultura palavras, dando-lhes um excelente acabamento de ousadia e humor.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align: center;"><em>(Assessoria de imprensa de Karla Jacobina sobre o lançamento realizado em agosto/2009)</em></p>
<p style="text-align: justify;">O livro não foi escrito apenas por suas delicadas mãos e tampouco apenas por seus habilidosos pés, mas de corpo e alma, tudo por inteiro.</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>A arte de uma pessoa não termina onde começa a de outra e vice-versa.  Andam apenas de mãos dadas e complementam-se.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">O sobrenome na realidade é Jacobina, mas seu nome é, merecidamente, talento!</p>
<p style="text-align: justify;">Compre o livro <strong><a href="http://www.editoramultifoco.com.br/catalogo2.asp?lv=136" target="_blank">aqui</a></strong>!</p>
<p style="text-align: justify;">Ah, você anda curioso para conhecer o trabalho da Karla antes de ler o livro?</p>
<p style="text-align: justify;">Visite o <strong><a href="http://www.karlajacobina.com/" target="_blank">site</a></strong> e veja os <strong><a href="(http://www.youtube.com/karlajacobina" target="_blank">vídeos</a></strong>!</p>
<p style="text-align: center;"><em>Volte também pra contar pra gente e até a próxima semana!</em></p>
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