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	<title>Comments on: Além do que os olhos podem ver</title>
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		<title>By: Joakim Antonio</title>
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		<dc:creator>Joakim Antonio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 05:42:54 +0000</pubDate>
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		<description>Fernando, quando o escritor consegue transportar alguém para seu texto e despertar algo em quem lê, ele fica muito feliz, porquer realmente seu texto está vivo.

Obrigado e convido a todos a conhecer o trabalho do Fernando -  Interesses e afins no endereço: http://fejapimenta.blogspot.com/

Vocês se surpreenderão com a qualidade de sua escrita!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando, quando o escritor consegue transportar alguém para seu texto e despertar algo em quem lê, ele fica muito feliz, porquer realmente seu texto está vivo.</p>
<p>Obrigado e convido a todos a conhecer o trabalho do Fernando &#8211;  Interesses e afins no endereço: <a href="http://fejapimenta.blogspot.com/" rel="nofollow">http://fejapimenta.blogspot.com/</a></p>
<p>Vocês se surpreenderão com a qualidade de sua escrita!</p>
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		<title>By: Joakim Antonio</title>
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		<dc:creator>Joakim Antonio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 05:33:54 +0000</pubDate>
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		<description>Paulo César, apesar de eu ter ficado ausente em quase tudo na web, li todos comentários. Fico feliz e que sua mãe e seu avô sirvam de exemplo a todos que passarem por aqui, mostrando que mudar o mundo se começa em casa!

Parabéns e obrigado!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo César, apesar de eu ter ficado ausente em quase tudo na web, li todos comentários. Fico feliz e que sua mãe e seu avô sirvam de exemplo a todos que passarem por aqui, mostrando que mudar o mundo se começa em casa!</p>
<p>Parabéns e obrigado!</p>
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		<title>By: Fernando</title>
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		<dc:creator>Fernando</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 21:12:49 +0000</pubDate>
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		<description>Puxa, meu caro Joakim, eu fiquei muito emocionado ao ler esta história tua. Fez me lembrar que, há exatos cinco anos (sim, faz tempo!), eu estava voltando a pé da escola, quando na minha frente tropeçou uma garota, com a mesma idade que eu na época (15, talvez), e eu estendi minha mão para ajudá-la e verbalizei minha oferta, mas ela apenas gesticulou em retorno, deixando claro que era surda-muda e que poderia levantar-se sozinha. E assim ela se levantou, recusando meu auxílio, e passou por mim contrangida.

Quão triste eu fiquei naquele dia! Pois será que a pessoa se sente tão marginalizada a ponto de esquecer que verdadeiras amizades podem existir, e que as mais verdadeiras são exatamente aquelas que se firmam nas diferenças e não na homogeneidade? Mudei de escola, e jamais a vi de novo. Quem sabe ela não encontre um amigo de verdade, que ouça e fale, e que ainda assim a respeite de igual para igual? Meu coração ficaria satisfeito caso isso ocorresse!

Obrigado, Joakim, por este texto teu que me fez rememorar esse acontecimento ímpar e por isso mesmo impactante.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Puxa, meu caro Joakim, eu fiquei muito emocionado ao ler esta história tua. Fez me lembrar que, há exatos cinco anos (sim, faz tempo!), eu estava voltando a pé da escola, quando na minha frente tropeçou uma garota, com a mesma idade que eu na época (15, talvez), e eu estendi minha mão para ajudá-la e verbalizei minha oferta, mas ela apenas gesticulou em retorno, deixando claro que era surda-muda e que poderia levantar-se sozinha. E assim ela se levantou, recusando meu auxílio, e passou por mim contrangida.</p>
<p>Quão triste eu fiquei naquele dia! Pois será que a pessoa se sente tão marginalizada a ponto de esquecer que verdadeiras amizades podem existir, e que as mais verdadeiras são exatamente aquelas que se firmam nas diferenças e não na homogeneidade? Mudei de escola, e jamais a vi de novo. Quem sabe ela não encontre um amigo de verdade, que ouça e fale, e que ainda assim a respeite de igual para igual? Meu coração ficaria satisfeito caso isso ocorresse!</p>
<p>Obrigado, Joakim, por este texto teu que me fez rememorar esse acontecimento ímpar e por isso mesmo impactante.</p>
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		<title>By: Paulo César Moreira</title>
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		<dc:creator>Paulo César Moreira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 14:49:12 +0000</pubDate>
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		<description>É com felicidade que vejoque os tempos mudaram pelo menos um pouco e que com garra as pessoas chegam onde querem.
A maior parte das vezes as pessoas se vêem como coitadas e por isto não progridem.
Minha mãe teve paralisia infantil, na época em que tentou um cargo público, foi tolida devido sua deficiência, mesmo sendo capaz de exercer a função. Hoje temos mais leis, um pouco mais de conforto, mas não é o suficiente, ainda mais na periferia.
Mas minha mãe se casou, teve a nós três, construiu uma casa com sufoco, mas que nos recebe muito bem, é respeitada na comunidade e nunca teve a crise daa coitadinha. Foi á luta. Muito se deve a meu avô, que sempre a incentivou. Na verdade, ela tem mais disposição que eu aos 64 anos de idade. Dedico este post à ele.
Joakim, obrigado por nos lembrar desta parcela da população que ainda é discriminada mesmo hoje.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É com felicidade que vejoque os tempos mudaram pelo menos um pouco e que com garra as pessoas chegam onde querem.<br />
A maior parte das vezes as pessoas se vêem como coitadas e por isto não progridem.<br />
Minha mãe teve paralisia infantil, na época em que tentou um cargo público, foi tolida devido sua deficiência, mesmo sendo capaz de exercer a função. Hoje temos mais leis, um pouco mais de conforto, mas não é o suficiente, ainda mais na periferia.<br />
Mas minha mãe se casou, teve a nós três, construiu uma casa com sufoco, mas que nos recebe muito bem, é respeitada na comunidade e nunca teve a crise daa coitadinha. Foi á luta. Muito se deve a meu avô, que sempre a incentivou. Na verdade, ela tem mais disposição que eu aos 64 anos de idade. Dedico este post à ele.<br />
Joakim, obrigado por nos lembrar desta parcela da população que ainda é discriminada mesmo hoje.</p>
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